Dólar avança 0,76% e é negociado a R$ 5,05. Euro fecha em estabilidade e vale R$ 5,51; confira o que movimentou o câmbio nesta sexta-feira
Durante o dia, o dólar registrou máxima de R$ 5,0541 e mínima de R$ 4,9851. Já o euro oscilou entre R$ 5,4945 e R$ 5,5393
Se o dia começou bem, com o dólar chegando até a ser negociado abaixo dos R$ 5,00, o otimismo teve vida curta e rapidamente a moeda americana passou a ser negociada em alta.
O dólar terminou o dia negociado a R$ 5,0541, alta de 0,76%. O euro fechou as negociações praticamente estável com valorização sensível, de 0,01% e vale R$ 5,5180.
Por aqui
Os dados do IPCA de fevereiro acabaram revelando uma inflação mais alta do que o esperado, pelo menos do que o esperado pelos analistas ouvidos pela pesquisa da Broadcast — a mediana das estimativas estava em 0,95% e o IPCA de fevereiro fechou em 1,01%.
Além disso, o reajuste anunciado pela Petrobras na quinta-feira não só causou uma corrida aos postos de combustível, como também fez com que muita gente revisasse suas expectativas para inflação, o que acabou causando um aumento dos juros.
O DXY, índice que compara o dólar a outras moedas fortes, teve mais um dia de alta. Isso demonstra que a moeda americana têm ganhado força e acaba tendo impacto em economias pelo mundo.
Mesmo assim, na semana, a moeda americana recuou 0,48%.
Leia Também
Lá fora
Parte do bom humor observado mundo afora no começo do dia pode ser explicado pela declaração de Vladimir Putin, que sinalizava um avanço nas negociações que buscam uma saída diplomática para o conflito que se instalou na Ucrânia.
Na mesma ocasião, o presidente russo demonstrou não estar tão preocupado assim com as sanções que países ocidentais têm imposto na tentativa de sufocar o financiamento dos esforços de guerra da Rússia e assim forçar um recuo.
Contudo, a declaração acabou desmentida pelo ministro de Relações Exteriores da Ucrânia, Dmitry Kuleba, que disse não ter havido progresso algum nas negociações.
Colocando mais gasolina na fogueira, os Estados Unidos acusam os russos de terem a intenção de utilizar armas químicas e biológicas contra a Ucrânia, os russos haviam feito a mesma acusação contra os americanos, ontem.
O presidente dos EUA, Joe Biden, também anunciou que pretende retirar o status de “nação mais favorecida” da Rússia, o que deve dificultar ainda mais as relações comerciais entre os dois países.
Durante o dia, o dólar registrou máxima de R$ 4,9851 e mínima de R$ 5,0586. Já o euro oscilou entre R$ 5,4945 e R$ 5,5393.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,14% | 13,03% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,44% | 12,22% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,25% | 12,06% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,21% | 12,04% |
Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas