O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os dados do mercado de trabalho nos Estados Unidos reforçaram as apostas de uma alta de 0,5 p.p nos juros na próxima reunião do FOMC
O dólar, que havia terminado a semana passada valendo R$ 4,74, após oito pregões consecutivos de recuos, passou por mais uma semana de enfraquecimento em relação ao real. Dessa vez o recuo acumulado desde segunda-feira foi de 1,69%.
A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira (1) negociada a R$ 4,6673, desvalorização de 1,97% no dia. O euro também segue recuando e valia R$ 5,1570 no fechamento.
A bolsa brasileira assistiu à renovação das mínimas do dólar durante toda a sexta-feira. Isso acontece porque as altas de preços das commodities agrícolas e energéticas têm tornado o país mais atraente para o capital estrangeiro.
Além disso, outro fator importante foi a escolha do Banco Central por empreender uma política monetária bastante agressiva quando comparada ao resto do mundo. Isso acabou criando uma situação em que os juros reais no Brasil estão consideravelmente acima dos juros praticados em outras partes do planeta, o que também ajuda a atrair capital estrangeiro.
Os juros futuros acompanharam a trajetória do dólar e também fecharam a sexta-feira registrando recuo.
Durante o dia de hoje, o dólar registrou máxima de R$ 4,7339 e mínima de R$ 4,6628. Já o euro fixou sua máxima em R$ 5,2636 e sua mínima em R$ 5,1514.
Leia Também
A criação de empregos na economia norte-americana teve impacto importante no preço dos ativos no dia de hoje. O número, publicado pela manhã, ficou abaixo das expectativas, mas mesmo assim o desemprego caiu ao menor nível desde 2019. A divulgação reforçou a expectativa por mais uma alta de juros, dessa vez de 0,5 p.p, na próxima reunião do Fed.
As negociações entre Rússia e Ucrânia seguem chamando a atenção dos investidores, apesar dos avanços ainda serem tímidos. Contudo, tem sido feitas tentativas para mitigar os impactos econômicos do conflito.
Exemplo disso é o anuncio de que os Estados Unidos vão liberar reservas de petróleo na tentativa de promover um aumento da oferta e assim conter o avanço dos preços, que tem dificultado a ação das autoridades monetárias.
O DXY, índice que compara o dólar a seus pares, teve um dia de avanço, indicando que o dólar ganha força nesta sexta-feira.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,62% | 12,71% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,16% | 11,39% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,00% | 11,21% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,01% | 11,20% |
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior