🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

JEFF BEZOS RINDO À TOA

Amazon vende mais que o projetado no segundo trimestre e dispara mais de 10% na bolsa

A Amazon teve prejuízo no trimestre, mas as vendas ficaram acima do que o mercado previa — e, assim, as ações sobem forte no after market

Victor Aguiar
Victor Aguiar
28 de julho de 2022
17:12 - atualizado às 9:16
Fachada de vidro da Amazon com logo à frente
Amazon - Imagem: Sundry Photography/Shutterstock

A Amazon era vista como um dos eventuais elos fracos entre as big techs: com uma recessão econômica rondando os EUA, inflação nas alturas e menor demanda do e-commerce no pós-pandemia, muitos duvidavam da empresa de Jeff Bezos. Mas, ao menos no segundo trimestre, a companhia deu um sinal de força, com vendas acima do esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O balanço, divulgado há pouco, mostra que a Amazon teve uma receita líquida total de US$ 121,2 bilhões entre abril e junho deste ano, alta de 7,1% em relação ao mesmo período do ano passado. A cifra superou a média das projeções de analistas consultados pela Bloomberg, que apontava para vendas de pouco mais de US$ 119 bilhões.

Como resultado, as ações da Amazon disparam no after market em Nova York: por volta de 17h08 (horário de Brasília), tinham forte alta de 11,84%, a US$ 136,90; no pregão regular, os papéis AMZN subiram 1,08%, a US$ 122,28.

Amazon: vendas fortes, mas com prejuízo grande

Apesar da reação amplamente positiva do mercado, nem tudo foi positivo no balanço da Amazon. A empresa teve prejuízo líquido de US$ 2 bilhões, revertendo parte dos ganhos de US$ 7,8 bilhões reportados há um ano; o prejuízo por ação foi de US$ 0,76, muito pior que a previsão da Bloomberg, de lucro de US$ 0,52.

Esse resultado negativo, no entanto, é explicado por fatores não-recorrentes, em especial os gastos não-operacionais de quase US$ 4 bilhões com o investimento feito na fabricante de veículos elétricos Rivian — cotadas atualmente a US$ 33,85, as ações dessa empresa já recuaram mais de 80% desde as máximas nas últimas 52 semanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ambiente macroeconômico mais complexo também foi sentido no balanço: a linha de custos operacionais, por exemplo, saltou 11,9% em um ano, para US$ 118 bilhões. Como resultado, o lucro operacional da Amazon no segundo trimestre foi de US$ 3,3 bilhões, baixa de 56,9% entre os períodos.

Leia Também

E quase todos os componentes dessa linha tiveram um aumento entre abril e junho deste ano: os custos dos produtos vendidos cresceram, os gastos com tecnologia e conteúdo avançaram, as despesas com vendas e marketing ficaram maiores e assim em diante.

É um reflexo da inflação elevada e dos custos maiores associados ao varejo — gastos com logística e frete ficaram maiores, em meio à disparada dos combustíveis, entre outras questões. E esse salto nos custos, associado às perdas com a Rivian, colocaram a Amazon no vermelho.

"Apesar da continuidade nas pressões inflacionárias, estamos fazendo progressos nos custos mais controláveis, melhorando em particular a produtividade de nossa rede", disse Andy Jassy, CEO da Amazon, em mensagem aos acionistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Computação em nuvem é destaque

Em termos de unidade de atuação, destaque para a Amazon Web Services (AWS), responsável pelos serviços de computação em nuvem. A divisão teve receita líquida de US$ 19,7 bilhões, ficando ligeiramente acima do projetado pela Bloomberg, de US$ 19,4 bilhões.

Mais que isso: as atividades da AWS geraram, sozinhas, um lucro líquido de US$ 5,7 bilhões, alta de 36,3% em relação ao segundo trimestre de 2021. Ao longo do período, a Amazon conquistou clientes como a Delta Air Lines, a Riot Games, a BT e o Jefferies à lista de usuários de seus serviços em nuvem.

O bom desempenho da AWS contrasta com o das demais divisões da Amazon. As atividades de varejo nos EUA tiveram receita líquida de US$ 74,4 bilhões (+10% a/a), mas prejuízo de US$ 627 milhões; o braço internacional de e-commerce teve vendas de US$ 27,1 bilhões (-11,9%) e perdas de US$ 1,8 bilhão.

Amazon: o que vem por aí?

A companhia também forneceu algumas projeções para o resultado do terceiro trimestre, com destaque para a receita líquida que deve ficar na faixa de US$ 125 bilhões e US$ 130 bilhões — um crescimento de 13% a 17% em relação ao mesmo período do ano passado, e acima do que foi visto entre abril e junho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale ressaltar que a Amazon também antevê um impacto negativo da ordem de 4% na receita líquida do terceiro trimestre em função do fortalecimento do dólar em escala global, e que a faixa fornecida já contempla esse efeito. Ou seja: mesmo com as questões cambiais, a empresa vê espaço para crescer.

Há, também, uma segunda informação relevante: as projeções da Amazon assumem que a companhia não fará novas fusões e aquisições até setembro — na semana passada, foi anunciada a compra da One Medical, por US$ 3,9 bilhões, num movimento para expandir a atuação do grupo no setor de saúde.

*Atualiza às 17h26: ao contrário do informado originalmente, a Amazon teve prejuízo de US$ 2 bilhões. O lucro de US$ 7,8 bilhões a que o texto original fazia menção foi reportado no segundo trimestre de 2021. A matéria já está corrigida — pedimos perdão pelo erro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar