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Estimado em R$ 350 milhões, o prêmio da Mega da Virada inspira os sonhos de muitos brasileiros. Você, provavelmente, já deve ter pensando em como seria sua vida se ganhasse todo esse dinheiro do dia para a noite.
Mas, apesar de ser um valor espetacular, até mesmo a bolada da Mega da Virada por ter fim. “Acabar com o dinheiro é fácil. Preservar é difícil”, resume Valter Police, planejador fiduciário e head da Academia Fiduc.
Por outro lado, esse dinheiro tem o potencial de se multiplicar com bons investimentos — e algum apetite ao risco. É possível, inclusive, entrar no seleto clube dos bilionários.
Assim, o Seu Dinheiro preparou uma lista com alguns investimentos com potencial de multiplicar o prêmio do ganhador e — quem sabe — torná-lo bilionário daqui a alguns anos.
Cabe lembrar que a loteria não é investimento, trata-se apenas de um jogo de apostas e suas chances de ganhar são praticamente nulas: uma em 50 milhões.
As apostas para a Mega da Virada podem ser feitas até esta sexta-feira, dia 31, às 17h. O sorteio está previsto para acontecer a partir das 20h da véspera de Ano Novo.
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Antes de falar em quanto tempo o vencedor pode multiplicar o valor recebido, é legal destacar que a poupança não é o melhor destino para tanta grana e não seria inteligente colocar esse dinheiro nela.
A razão é simples: na caderneta, o prêmio teria hoje um retorno real negativo. A aceleração da inflação, especialmente nos últimos meses, faz com que a caderneta de poupança perca de goleada para a alta dos preços.
É verdade que agora, com a taxa Selic acima de 8,5% ao ano, a poupança vai passar a render 0,5% ao mês.
Como estamos falando em R$ 350 milhões, supondo que você guarde tudo na poupança, o rendimento seria de R$ 1,75 milhão por mês. No entanto, com a inflação acima de 10% ao ano, você estaria perdendo o poder de compra.
Para Christiano Clemente, superintendente da área de private banking do Santander, a primeira coisa a ser feita é separar uma quantia para gastar. Até porque, é óbvio que, depois de ganhar toda essa grana, o primeiro impulso do vencedor seja ir às compras. O ideal é separar cerca de 10% (o equivalente a R$ 35 milhões).
A partir daí, é importante se atentar aos custos fixos que isso vai gerar. “A pessoa pode acabar comprando um carro, um barco, uma mansão e precisa entender que isso acaba se tornando um custo”, explica Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos.
Depois disso, Clemente sugere que outros 10% fiquem guardados na rubrica “colchão de liquidez”, mais famosa recentemente como “reserva de emergência”. Assim, sobram R$ 280 milhões para investir.
Clemente propõe alocar no máximo 20% de sua fortuna em renda variável. Deste modo, os 80% restantes serão suficientes para garantir a preservação do patrimônio, bem como sua perpetuidade.
Já na visão de Natália Coura, da Sparta, é importante diversificar seus investimentos para contemplar possíveis mudanças no cenário macroeconômico. Hoje, em um momento de inflação em alta, ela aponta que é preciso colocar uma parcela em renda fixa.
Segundo Coura, a situação proposta também obriga a ter investimentos no exterior. “Já é um valor bastante significativo e essa pessoa vai passar a ter consumos e objetivos atrelados ao dólar, então ela também precisa ter um ajuste em relação a isso.”
Para Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos, “O segredo é fazer investimentos que gerem renda”. Para isso, ele dividiria o dinheiro em três frentes: Tesouro Direto, investimentos dolarizados e ações que pagam bons dividendos.
Para responder a essa pergunta, um profissional que cuida da fortuna de clientes endinheirados em um dos grandes bancos brasileiros deu o exemplo de um de seus clientes. Com R$ 400 milhões investidos, ele tem um perfil arrojado e seu rendimento médio no último trimestre foi de um pouco mais de 1% ao mês.
Pelas contas dele, considerando-se um desempenho de carteira no mesmo ritmo desse cliente arrojado, partindo de R$ 350 milhões, seriam necessários pouco mais de 13 anos para que o ganhador da Mega da Virada chegue a R$ 1 bilhão. Acontece que, para chegar a isso seria preciso abrir mão da ‘vida boa’ e deixar a fortuna render.
*Pílula do mercado feita com base na reportagem de Ricardo Gozzi, disponível neste link
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