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Companhia precificou as ações a US$ 13 — piso da faixa que ia até US$ 15 —, levantando US$ 150 milhões; brasileira VTEX também abriu capital em NY nesta semana
As ações da startup brasileira Zenvia estrearam em forte queda nesta quinta-feira (22). No seu primeiro dia de negociação na bolsa americana Nasdaq, os papéis da empresa (ZENV) fecharam em queda de 21,54%, a US$ 10,20.
Na oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), a companhia precificou os papéis a US$ 13 — piso da faixa que ia até US$ 15 —, levantando US$ 150 milhões, além de US$ 50 milhões de uma injeção de recursos da americana Twilio.
Somando os recursos, a empresa levantou pouco mais de R$ 1 bilhão, pela cotação atual do câmbio, com as operações.
Fundada em 2003 em Porto Alegre (RS), a Zenvia é dona de uma plataforma que permite que empresas se conectem a clientes por diferentes canais, como SMS, WhatsApp e Facebook Messenger. A forma de contato oferecida pela startup inclui conversas automatizadas.
No ano passado, a empresa teve receita líquida de R$ 492,5 milhões, em um crescimento de 28% na comparação anual. A startup tinha 9,5 mil clientes ativos ao fim do quarto trimestre.

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O IPO da Zenvia é um avanço significativo em um plano de internacionalização que está em prática ao menos desde 2020, quando a empresa comprou a startup argentina Sirena e iniciou operação no México.
A empresa também comprou neste ano a startup D1, operação que será bancada em parte com os recursos do IPO. O dinheiro levantado também deve ser usado para investimentos em software, produtos e tecnologia.
A operação da Zenvia acontece na mesma semana em que a VTEX, outra empresa brasileira, concretizou sua abertura de capital na Bolsa de Nova York (Nyse). As ações da plataforma de software para e-commerce subiram mais de 30% na estreia, no pregão de quarta-feira (21).
O Goldman Sachs coordenou a oferta da Zenvia juntamente com Morgan Stanley, Itaú BBA, UBS, Bradesco BBI e XP.
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