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Com o Torq Ventures, empresa prevê investir em startups que detenham tecnologias inovadoras e desenvolvam teses de negócio ligadas ao futuro dos serviços financeiros
A Sinqia, provedora de tecnologia para o sistema financeiro, lançou nesta terça-feira (12) um programa de Corporate Venture Capital para investir em startups. A empresa deve destinar R$ 50 milhões à iniciativa, batizada de "Torq Ventures".
O valor corresponde aos próximos cinco anos - a primeira fase do programa. O Corporate Venture Capital (capital de risco corporativo) é uma modalidade de relacionamento entre uma companhia grande e outras menores, agregando valor à corporação principal.
A própria Sinqia surgiu como startup há mais de 20 anos e cresceu - também com aquisições - na esteira do desenvolvimento tecnológico e do avanço do mercado de capitais no país. Hoje a empresa, que tem ações negociadas na B3, vale cerca de R$ 1,6 bilhão.
Com o Torq Ventures, a Sinqia prevê investir em startups que detenham tecnologias inovadoras e desenvolvam teses de negócio ligadas ao futuro dos serviços financeiros - como Banking as a Service (sistema bancário como serviço), Open Banking (sistema bancário aberto), entre outros.
Segundo a Sinqia, o investimento nas startups pode ser de forma indireta, por meio gestoras especializadas, ou diretamente, com aquisição de participações minoritárias nas iniciativas que apresentarem sinergia.
No caso dos investimentos indiretos, para o estágio "Seed" (uma das fases do aporte em uma startup), o programa da Sinqia mantém parceria com a aceleradora Darwin Startups, por meio da qual aportou em seis empresas.
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Para o estágio “Series A”, o programa selecionou como parceiros as gestoras de venture capital Astella Investimentos e a Parallax Ventures.
A Sinqia informa que empreendedores interessados no programa podem entrar em contato diretamente com os fundos ou com a companhia.
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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