🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

Cardápio de balanços

Reta final com IRB, Yduqs, Cruzeiro do Sul, Cemig e Gafisa – Os resultados que podem mexer com o mercado nesta terça

Empresas que deixaram para apresentar seus números do segundo trimestre no último dia do prazo ficam no radar dos investidores

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
17 de agosto de 2021
7:55 - atualizado às 9:16
Imagem: Shutterstock

A regulação estabelece um prazo de 45 dias após o fim de um trimestre para que as empresas apresentem seus resultados referentes àquele período. E alguns bastante esperados pelo mercado deixaram a tarefa literalmente para a última hora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São os casos de IRB Brasil Re (IRBR3), Yduqs (YDUQ3), Cruzeiro do Sul (CSED3), Cemig (CMIG4) e Gafisa (GFSA3). Veja um resumo dos balanços:

IRB

Após o lucro do primeiro trimestre, a empresa de resseguros voltou a registrar prejuízo entre abril e junho, de quase R$ 207 milhões. A boa notícia é que houve queda em relação às perdas no segundo trimestre de 2020, que foram de R$ 656,7 milhões.

Segundo a companhia, a maior parte do prejuízo vem do efeito dos negócios descontinuados, com impacto negativo de R$ 190 milhões. Ao excluir esse efeito, o prejuízo teria sido de R$ 31 milhões.

Nos indicadores operacionais, os prêmios retidos caíram mais de 15%, para R$ 2,160 bilhões. O recuo foi provocado pelos negócios do IRB no exterior, de 33%. A empresa já havia declarado que faria uma revisão de seus contratos fora do Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Yduqs

A Yduqs registrou lucro líquido de R$ 116,5 milhões no segundo trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 79,5 milhões registrado no mesmo período no ano passado. O lucro ajustado foi de R$ 143,5 milhões.

Leia Também

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da holding de educação foi de R$ 348,9 milhões, 213,7% maior em relação ao mesmo intervalo de 2020. O número ajustado apontou alta de 10,1%, para R$ 359,6 milhões. 

A companhia fechou junho com 824,1 mil alunos na sua base total, crescimento anual de 9,5%. Entre os segmentos, o presencial recuou 15,3%, para 299,4 mil estudantes, enquanto o ensino digital registrou crescimento de 32,1%, para 511,4 mil alunos, e o premium (composto por Medicina e Ibmec) avançou 11,8%, para 13,3 mil, com destaque para a alta de 26,9% em Medicina (6,8 mil).

A empresa destaca que aguarda aprovação de até 450 novas vagas de Medicina pelo Ministério da Educação no segundo semestre deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veja no vídeo uma ação que pode oferecer bons retornos para sua carteira:

Cruzeiro do Sul

Outra empresa de educação a divulgar seus números foi a Cruzeiro do Sul, que teve lucro líquido ajustado de R$ 44,6 milhões no segundo trimestre, ante R$ 5,3 milhões um ano antes.

O Ebitda ajustado cresceu 50% em relação ao segundo trimestre de 2020, para R$ 133,1 milhões. A receita líquida ficou praticamente estável na mesma comparação, com leve queda de 0,8%, para R$ 478 milhões.

A base de alunos apresentou comportamento parecido com a da Yduqs. No geral, em um ano, houve um aumento de 6,7%, com destaque para o Ensino à Distância (EAD), que cresceu 17%, ante queda de 7,1% na base presencial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Cemig

A Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) apresentou lucro líquido de R$ 1,946 bilhão no segundo trimestre de 2021, alta de 80% na comparação com o mesmo intervalo de 2020. No primeiro semestre, o lucro líquido saltou para quase R$ 2,4 bilhões, quase o dobro do apurado no ano passado. 

O Ebitda  consolidado apresentou um aumento de 38,8% no segundo trimestre em comparação ao mesmo período de 2020, para R$ 2,6 bilhões, enquanto o indicador ajustado somou R$ 1,3 bilhão, uma elevação de 39,2%. 

A receita líquida alcançou R$ 7,354 bilhões no período, 33,7% maior que o visto no mesmo intervalo de 2020. A Cemig encerrou junho com R$ 6,99 bilhões disponíveis em caixa. Ao final do trimestre, a dívida líquida da Cemig era de R$ 6,32 bilhões, queda de 31,4% na comparação anual.

Gafisa

A Gafisa teve lucro líquido ajustado de R$ 26,404 milhões no segundo trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de um ano antes. No critério sem ajuste, o resultado líquido foi de R$ 13,108 milhões, ante perda de R$ 23,545 milhões na mesma base de comparação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Ebitda ajustado, por sua vez, cresceu quase 10 vezes eu um ano, passando de R$ 7,7 milhões para R$ 73,36 milhões.

Já a receita líquida totalizou R$ 259,2 milhões no segundo trimestre, três vezes mais que os R$ 83,8 milhões registrados na mesma época de 2020.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

9 de janeiro de 2026 - 18:15

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar