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Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Desinvestimentos

Petrobras (PETR4) vende participação em campos terrestres em Sergipe por US$ 1,1 bilhão

Os ativos foram vendidos à Carmo Energy, dando continuidade à estratégia da Petrobras (PETR4 e PETR3) de sair da produção terrestre

Victor Aguiar
Victor Aguiar
23 de dezembro de 2021
19:35 - atualizado às 10:24
Foto da fachada do prédio da Petrobras (PETR3 e PETR4) na avenida Paulista, em São Paulo. A estatal decide o valor da gasolina vendida às distribuidoras e pode ser uma boa alternativa para quem investe de olho em dividendos e proventos
Imagem: Shutterstock

A Petrobras (PETR4 e PETR3) deu mais um passo em seu programa de desinvestimentos: há pouco, a estatal informou a venda de suas participações em 11 concessões de campos terrestres no estado de Sergipe, por US$ 1,1 bilhão — o que equivale a cerca de R$ 6,2 bilhões, pelo câmbio atual.

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Os ativos estão localizados no Polo Carmópolis, que engloba diversos municípios sergipanos; os campos já contam com infraestrutura de processamento, escoamento, armazenamento e transporte. De janeiro a novembro de 2021, a área teve produção média diária de 7,6 mil barris de óleo e de 43 mil metros cúbicos de gás.

A operação será fechada em três parcelas: a Petrobras receberá, de imediato, US$ 275 milhões da Carmo Energy, a compradora dos ativos; outros US$ 550 milhões serão enviados no fechamento. Os US$ 275 milhões restantes serão pagos 12 meses após a conclusão da venda.

Petrobras: foco no pré-sal

A estratégia da Petrobras é amplamente conhecida pelo mercado: a estatal pretende ser uma produtora e exploradora de petróleo em águas profundas, com destaque para a região do pré-sal. Dito isso, as participações da empresa em campos terrestres e ativos de refino estão sendo colocadas à venda ao longo dos últimos anos.

A ideia é especializar a empresa na atividade em que ela tem grande eficiência operacional e expertise elevada; em paralelo, a venda dos ativos não-centrais contribui para a queda do endividamento da companhia e redução de seus níveis de alavancagem.

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