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Reajustes, motivados pela alta dos preços no mercado internacional, motivaram a saída de Castello Branco da presidência da estatal
A Petrobras (PETR4) e a política de preços devem voltar ao noticiário político e econômico desta semana, depois de a companhia anunciar nesta segunda-feira (1º) um novo aumento nos preços da gasolina, do óleo diesel e do gás de botijão vendidos nas refinarias.
A partir de amanhã (2), a gasolina ficará 4,8% mais cara, ou seja, R$ 0,12 por litro. Com isso, o combustível será vendido às distribuidoras por R$ 2,60 por litro.
O óleo diesel terá um aumento de 5%: R$ 0,13 por litro. Com o reajuste, o preço para as distribuidoras passará a ser de R$ 2,71 por litro a partir de amanhã.
Já o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, ficará 5,2% mais caro também a partir de amanhã. O preço para as distribuidoras será de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro), ou seja R$ 36,69 por 13 kg (ou R$ 1,90 mais caro).
Com os preços do petróleo e dos combustíveis em alta no mercado internacional, a Petrobras tem realizado reajustes constantes nos preços dos produtos vendidos para as refinarias.
A situação provocou a ira do presidente Jair Bolsonaro, resultando na demissão do presidente da estatal, Roberto Castello Branco, substituído pelo general Joaquim Silva e Luna.
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Bolsonaro criticou duramente a estatal e Castello Branco pelos reajustes, acusando a empresa de falta de transparência, dizendo que existe muita coisa errada lá dentro (sem dar mais detalhes) e afirmando que a Petrobras, assim como outros estatais, precisa ter uma “função social”.
Castello Branco rebateu diversas vezes as acusações, sempre informando que os preços praticados pela Petrobras são baseados no valor do petróleo no mercado internacional e na taxa de câmbio.
Ao anunciar o ajuste hoje, a companhia ressaltou que os valores praticados nas refinarias são diferentes dos percebidos pelo consumidor final no varejo, ressaltando o peso dos tributos.
“Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, no caso da gasolina e do diesel, além dos custos e margens das companhias distribuidoras e dos revendedores de combustíveis”, destaca nota divulgada pela empresa.
* Com informações da Agência Brasil
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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