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Em linha com os números mostrados na prévia operacional, a MRV Engenharia (MRVE3) reportou alta firme no lucro e receita de R$ 1,8 bilhão
A MRV Engenharia (MRVE3) confirmou o bom momento vivido pelo setor de construção e incorporação de baixa renda. Há pouco, a companhia mineira revelou seus números referentes segundo trimestre de 2021, reportando lucro líquido de R$ 203 milhões — um aumento de 86% em relação ao mesmo período do ano passado.
O mercado já tinha expectativas positivas para o resultado da MRV entre abril e junho. A prévia operacional, divulgada em julho, mostrava vendas líquidas de R$ 2,06 bilhões — um desempenho recorde para a MRV. Os lançamentos também atingiram uma nova máxima em bases trimestrais, totalizando R$ 2,4 bilhões em valor geral de vendas (VGV).
A receita líquida do grupo MRV — que engloba MRV, Urba, Luggo e AHS — chegou a R$ 1,8 bilhão no segundo trimestre do ano, um crescimento de 9,7% na base anual. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) aumentou 30%, indo a R$ 296 milhões.
Veja abaixo como se comportaram as margens da MRV Engenharia no trimestre:

A MRV Engenharia fechou o trimestre com uma dívida líquida de R$ 2,4 bilhões, praticamente estável em relação aos níveis de março e 13,9% acima do patamar visto no fim do segundo trimestre de 2020. A alavancagem, medida pela relação entre endividamento líquido e Ebitda nos últimos 12 meses, ficou em 2,24 vezes — ao fim de março, era de 2,44 vezes.
A MRV reportou queima de caixa de R$ 30 milhões no trimestre. É um montante bem menor que os R$ 384 milhões consumidos entre janeiro e março, mas que fica aquém da geração de R$ 68 milhões no segundo trimestre do ano passado.
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