O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Espaço potencial de crescimento para o varejo online é ainda motivo para os analistas recomendarem a compra dos papéis, após incorporação dos resultados do primeiro trimestre
A queda recente das ações de Magazine Luiza (MGLU3) e Mercado Livre (MELI) representa uma oportunidade para o investidor se expor ao e-commerce na América Latina, disse o Goldman Sachs em relatório desta sexta-feira (21).
O banco está reiterando a compra dos papéis dessas empresas, além de B2W (BTOW3) e Americanas (LAME4). A recomendação para Via (VVAR4) é de venda das ações. As avaliações fazem parte de uma atualização que incorpora os resultados do primeiro trimestre.
Apesar do forte avanço das vendas online das empresas, as companhias perderam valor em bolsa nos últimos três meses, em um reflexo do movimento de "rotação de carteiras" do mercado.
Em outras palavras, após os ganhos expressivos no último ano com a perspectiva de avanço do e-commerce, os investidores passaram a apostar em ações de empresas que devem se beneficiar da reabertura das economias.
Com isso, embora acumulem altas expressivas em um ano, considerando os três meses mais recentes MELI cai 31%, MGLU recua 25% e BTOW tem perdas de 36%. No mesmo período, Nasdaq opera em baixa de 3% e Ibovespa avança 3%.
O que faz os analistas do Goldman Sachs continuarem a recomendar a compra dos papéis é a visão de que há muito espaço para crescer. O grupo reitera que o hábito de compra pela internet, impulsionado pela pandemia, deve continuar a fazer parte da rotina de uma parcela dos consumidores mesmo após a vacinação.
Leia Também
Eles levam em conta a penetração de apenas 11% do e-commerce sobre as operações do varejo brasileiro. Para o Goldman Sachs, as vendas online corresponderiam a 13% do total ainda neste ano e a 20% em 2024.
Entre as empresas, a divisão estaria em 35,6% de participação do mercado para o Mercado Livre, enquanto B2W e Magazine Luiza tem 21,5% e 21,1%, respectivamente. A dona das Casas Bahia teria 12,4%.
O Goldman Sachs vê o Mercado Livre crescendo 35% em volume de vendas (GMV, na sigla em inglês) no segundo trimestre em base anual, Magazine Luiza ganhando 24% e B2W subindo 37%. Enquanto isso, Via teria ganhos de 5%.
Segundo o banco, as varejistas devem registrar uma perda de margens — menor eficiência —, enquanto o foco for crescer e ganhar mercado. Na visão dos analistas, o potencial para a alta dos papéis em 12 meses é o seguinte:
Mais recentemente, o volume de vendas do marketplace do Mercado Livre teve ganhos de R$ 6,5 bilhões, o que representa um alta anual de 87%, de acordo com o banco. B2W teve ganhos de R$ 2,9 bilhões (+105%) e Magazine Luiza de R$ 1,2 bilhão (+ 98%). Via avançou R$ 600 milhões.
Em vendas próprias (1p), Magazine Luiza lidera os ganhos, com R$ 3,4 bilhões em volume no trimestre, alta anual de 122%. B2W subiu R$ 1,3 bilhões (+69%) e Via R$ 2,2 bilhões (+123%). O banco fez ajustes nos números de Magalu para poder tornar os resultados comparáveis.
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração