O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Conselho de administração da holding deu aval para assinatura de documentos, e conclusão depende agora dos acionistas da XP e reguladores
Foi dado mais um passo para um dos divórcios mais esperados da história. Pelo menos da história do mercado financeiro. O conselho de administração da holding Itaúsa aprovou a assinatura do acordo de segregação da participação acionária do Itaú Unibanco na XP.
Agora, para que a operação seja concluída, ela precisa ser aprovada pelos acionistas da XP e da XP Part, empresa que vai “herdar” a participação do Itaú, e também de manifestação favorável do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. A separação também precisa ser aprovada pelo Banco Central do Brasil.
O casamento entre Itaú e XP completou quatro anos neste mês de maio, quando o banco comprou uma participação de 49,9% na casa de investimentos, que ainda não tinha capital aberto, por R$ 6,3 bilhões.
Depois do IPO, o Itaú passou a deter 46,05% do capital da XP. Em dezembro do ano passado, o banco vendeu uma fatia de 5%, o que já quase resultou no valor investido em metade da empresa, com a arrecadação de aproximadamente R$ 5 bilhões.
Agora, a XP tem valor de mercado de US$ 21,65 bilhões, o que equivale, com o dólar cotado a R$ 5,25, a mais de R$ 113 bilhões. Hoje, os 40,52% que o Itaú ainda tem valem R$ 46 bilhões.
Estas ações serão incorporadas pela XP Part, e os atuais acionistas do Itaú Unibanco vão receber papéis desta empresa, proporcionalmente às suas participações no capital do banco.
Leia Também
Logo depois, a XP Part será extinta, e seu capital será convertido em ações da XP. Assim, os controladores do Itaú Unibanco vão receber ações Classe A da XP, enquanto os demais acionistas vão receber Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da empresa, negociadas na B3.
A data de corte para que os acionistas do Itaú Unibanco participem da operação ainda será definida.
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana