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Governo do Paraná encerra estudos para programa de Units da Copel; Estado vai vender parte dos papéis

Estado ainda quer a distribuição de dividendos extraordinários, “contra as reservas de lucros distribuíveis constantes das demonstrações financeiras anuais ou semestrais”

8 de janeiro de 2021
20:20 - atualizado às 19:54
Prédio da Copel em Curitiba
Prédio da Copel em Curitiba - Imagem: Divulgação/Copel

O Governo do Estado do Paraná encerrou os estudos para a implementação de programa de certificados de depósito de ações (Units) da Copel, a companhia paranaense de energia.

Segundo o governo, que é acionista controlador da empresa, as Units serão compostas por cinco ações de emissão da companhia, sendo uma ação ordinária e quatro ações preferenciais classe “B”. As informações estão em ofício do Executivo encaminhado à Copel e divulgado pela empresa nesta sexta-feira (8).

Será permitida ainda, exclusivamente para fins de formação de Units, a conversão de ações ordinárias em ações preferenciais classe “B” e de ações preferenciais classe “B” em ações ordinárias. As ações preferenciais não poderão exceder o limite legal de 2/3 do total de ações.

A Copel ainda deve fazer um desdobramento das ações, logo após a conversão de ações e imediatamente antes da emissão das Units, em proporção a ser definida.

Venda do governo

A Copel pretende adotar melhorias de governança corporativa, por meio da migração do Nível 1 para o Nível 2 Governança Corporativa da B3. O Estado do Paraná pretende se manifestar favoravelmente ao programa de units, ainda em assembleia.

Para realizar o movimento, o governo condiciona seu voto em assembleia a uma liquidação de oferta pública de distribuição secundária de ações de sua titularidade, em conjunto com a oferta a ser realizada pelo BNDES.

Depois da venda, o Estado do Paraná permanece com o seu controle acionário conforme dispõe a Lei Estadual nº 18.875 de 27 de setembro de 2016.

Dividendo

O governo ainda quer a distribuição de dividendos extraordinários, contra as reservas de lucros distribuíveis constantes das demonstrações financeiras anuais ou semestrais da Copel, "no maior valor possível, considerando as necessidades de caixa da Companhia ao longo do exercício de 2021."

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