O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Decisão é tomada em meio à forte demanda por ação no país em setores como a construção civil, levando empresa a priorizar mercado local
Com a demanda por aço em alta no Brasil, a Gerdau (GGBR4) começa a tirar do papel uma promessa feita no início do ano por Gustavo Werneck, presidente da empresa, de dar prioridade ao mercado doméstico em 2021.
Logo após anunciar um investimento de R$ 1 bilhão na divisão de aços especiais no país, a companhia informou na quinta-feira (22) que vai retomar no segundo semestre a produção em Araucária (PR), que "hibernava" desde 2014 e tem capacidade anual de 420 mil toneladas.
A forte demanda por aço no País em setores como a construção civil, que se mostrou resistente à pandemia, tem criado uma escassez do insumo e ajudado o setor a reajustar preços. Foi essa a faísca que levou a companhia a trazer de volta à ativa uma unidade desligada há sete anos.
Este cenário contrasta com a maior cautela que a própria Gerdau mantém para suas operações no exterior. "Essa retomada da usina no Paraná flerta com o fortalecimento do mercado e dos preços, que permite aumento das margens", afirma Ilan Abertman, analista da Ativa Investimentos.
A Gerdau vai investir R$ 55 milhões na retomada da unidade, que deve voltar a operar de forma gradual e gerar 300 postos de trabalho, diretos e indiretos. Marcos Faraco, vice-presidente da companhia, disse, em nota, estar otimista com as perspectivas para o mercado brasileiro. A empresa espera atender ao aumento da demanda por aços longos, além de otimizar o fornecimento de produtos aos clientes no País.
Na mesma toada, os investimentos anunciados no início da semana serão usados para modernizar e ampliar operações diante das perspectivas positivas de retomada dos setores automotivo e de máquinas e equipamentos. A Gerdau informou que os aportes terão como foco as usinas de Pindamonhangaba e Mogi das Cruzes, em São Paulo, e de Charqueadas, no Rio Grande do Sul. Parte dos recursos é relativa a planos que ficaram na gaveta em 2020, devido à pandemia de covid-19.
Leia Também
Para analistas, o setor está diante de uma janela de oportunidade. Em relatório divulgado aos clientes na quinta-feira, os analistas Leonardo Correa e Caio Greiner, do BTG Pactual, disseram estar otimistas com o desempenho das empresas de aço e consideraram o momento do setor como o mais favorável em anos.
Ao divulgar os dados do setor em março, na última terça-feira, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, disse que as usinas já reajustaram em 35% o preço do aço para os distribuidores neste ano. Foram pelo menos três aumentos até agora. Em abril, as altas devem ficar entre 10% e 12%.
Ao mesmo tempo em que demonstra confiança com o mercado local, a Gerdau se mostrou cautelosa com as perspectivas para as operações no exterior. Em comunicado à SEC (xerife do mercado de capitais americano) nesta semana, a companhia alertou que está sujeita a diversos riscos e incertezas vindos das mudanças nas condições concorrenciais, econômicas, políticas e sociais, "que poderiam prejudicar os seus negócios, os resultados das suas operações ou sua situação financeira".
* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Segundo uma carta da Squadra, o conselho de administração da empresa deve ganhar R$ 57 milhões em 2026, o que equivale a 1% do valor de mercado da empresa e coloca o time entre os mais bem pagos da bolsa
Analistas do banco apontam descolamento do minério e indicam potencial de valorização acima de 20% para ações
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3