O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas acreditam que o papel ainda não incorporou as mais recentes aquisições da empresa; potencial de valorização é de quase 25% em relação ao fechamento de ontem
As ações ON da Equatorial Energia (EQTL3) valorizaram-se mais de 15% nos últimos 12 meses, tendo encerrado a sessão de ontem a R$ 24,01.
Na avaliação dos analistas da XP Investimentos, porém, falta incorporar ao preço as mais recentes aquisições da companhia.
Com isso, os analistas Victor Burke e Maíra Maldonado enxergam um potencial de valorização de quase 25% de EQTL3 em relação ao fechamento de ontem, motivo pelo qual a recomendação foi alterada de “neutra” para “compra” e o preço-alvo passou de R$ 24 para R$ 30.
Na análise, a XP Investimentos destaca a experiência da Equatorial em “melhorar a eficiência de concessões” e também sua “capacidade de identificar ativos com potencial de valorização significativo” para informar que não vê nenhum indício de que a empresa colocará o pé no freio no que se refere a aquisições.
“Embora oportunidades em distribuidoras de energia possam parecer escassas, a recente entrada da companhia no setor de saneamento demonstrou que outros alvos de infraestrutura também estão no jogo”, afirmam os analistas.
A XP refere-se especificamente às aquisições das distribuidoras CEEE e a CEA, cujas taxas de retorno real são estimadas em 12% cada, e à entrada da Equatorial no setor de saneamento básico, com uma concessão no Amapá na qual a empresa associou-se à Sam Ambiental Engenharia e contornou as preocupações relacionadas a sua estratégia de investimento.
Leia Também
Além disso, em um momento no qual os índices de preços ao consumidor giram acima de 10% no acumulado em 12 meses, a XP considera o negócio da Equatorial “naturalmente protegido contra a inflação”.
Isso acontece porque, no setor de distribuição de energia elétrica, uma parte da tarifa, que engloba custos operacionais, taxa de depreciação e remuneração de investimento, é reajustada anualmente com base nos índices inflacionários.
Já os demais componentes da tarifa não têm impacto sobre a rentabilidade da empresa, qualificada pelos analistas como um “gigante que nunca dorme”.
Por último, mas não menos importante, a análise da XP leva em conta o histórico da Equatorial em gerar valor para seus acionistas para recomendar a compra de EQTL3 e sugere que uma nova diversificação pode vir à tona "a qualquer momento", uma vez que a empresa já manifestou no passado a intenção de investir no segmento de geração de gás.
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos