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Na semana passada, CSN (CSNA3) e Via (VIIA3) também anunciaram que iriam à bolsa para adquirir papéis de sua própria emissão
A Eneva (ENEV3) entrou na onda das recentes recompras de ações e anunciou que seu conselho de administração aprovou um programa de recompra de até 6 milhões de ações, equivalentes a 0,47% das ações totais emitidas e 0,48% das ações em circulação.
O anúncio de recompra, no entanto, não conseguiu sustentar a alta vista ontem dos papéis da Eneva. As ações da empresa foram na contramão da alta do Ibovespa e fecharam em baixa de 2,53%, cotadas a R$ 14,28.
Na semana passada, CSN (CSNA3) e Via (VIIA3) também anunciaram que iriam à bolsa para adquirir papéis de sua própria emissão na esteira de JBS (JBSS3) e Aura Minerals (AURA33).
A Eneva divulgou que o programa visa a aquisição de ações pela Parnaíba II Geração de Energia, sociedade controlada pela Eneva, para fazer frente às obrigações dos planos e programas de incentivo de longo prazo baseados em ações da companhia.
Em virtude do programa de recompra, a Eneva realizará um aporte em Parnaíba II Geração de Energia de até R$ 150 milhões, limitado ao necessário para a recompra da quantidade de ações pelo valor de aquisição.
Segundo a empresa, as aquisições serão realizadas na B3, a preço de mercado. O prazo máximo para compra das ações de emissão é de até 18 meses, indo de 14 de dezembro de 2021 e 14 de junho de 2023.
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As coisas estão agitadas na Eneva. Ontem, a empresa anunciou um acordo com a Focus Energia (POWE3) para a combinação de negócios.
O pacto prevê a incorporação da Focus pela Eneva e a subscrição privada, pela Eneva, de debêntures não conversíveis de emissão da Focus.
A implementação da operação deverá ocorrer até 14 de abril de 2022, com a opção de prorrogação por mais 3 meses.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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