🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Renato Carvalho

Para dar e vender

Defensivas e com potencial de crescimento: como as ações do setor de saúde ainda podem dar muitas alegrias na bolsa

A combinação de baixo endividamento, bons níveis de caixa e espaço para consolidação torna as ações do segmento muito atrativas, segundo analistas

Renato Carvalho
24 de junho de 2021
6:02 - atualizado às 10:30
NotreDame Intermédica Hapvida Rede Dor São Luiz Corrida Saudável Logo
Imagem: Shutterstock, com intervenção de Andrei Morais

Imagine uma empresa já de grande porte, sólida, com boa previsibilidade de resultados e que paga dividendos com regularidade. Além disso, a configuração do seu setor permite que ela cresça ainda mais, principalmente comprando outras companhias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É possível dizer que o segmento de saúde suplementar consegue se encaixar nessa descrição. Ações de empresas como Rede D’Or (RDOR3), Hapvida (HAPV3) e NotreDame Intermédica (GNDI3) não costumam ter variações abruptas, e já podem ser colocadas na categoria de ações “defensivas”, que pagam bons dividendos e com menos instabilidade.

Mas se esse perfil mais sólido não convence parte dos investidores, analistas que acompanham de perto as empresas chamam atenção para o grande potencial de crescimento que este segmento possui no Brasil.

Giovana Scottini, sócia e analista de renda variável da Meraki Capital, aponta que as três empresas citadas acima, que são líderes em serviços hospitalares, respondem por 3% dos leitos disponíveis no país.

“Quando se conta somente os hospitais privados, Rede D’Or, Hapvida e NotreDame têm, somados, 9,5% do total de leitos disponíveis”, explica Scottini.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não à toa, as companhias têm promovido uma verdadeira corrida por aquisições. A Rede D’Or, maior em valor de mercado, tem procurado inclusive diversificação geográfica, já que sempre foi forte em São Paulo e Rio de Janeiro.

Leia Também

Recentemente, a empresa adquiriu hospitais em Minas Gerais e Paraíba, além de ampliar sua atuação em São Paulo, com a compra de uma unidade no bairro do Capão Redondo, na zona Sul da capital paulista.

E a vontade de crescer é tanta, que menos de seis meses depois de realizar sua abertura de capital, a Rede D’Or fez outra oferta de ações no fim de maio, que movimentou um total de R$ 4,9 bilhões, dos quais R$ 1,8 bilhão reforçaram o caixa da empresa.

“A Rede D’Or já não tinha muita competição no segmento premium. E agora, tem muito espaço para fazer uma consolidação, em lugares onde ainda não atua, e até mesmo onde já está presente”, projeta João Julio Matos, sócio da Helius Capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outra possibilidade para a empresa é a aposta em verticalização, que consiste em atuar em toda a cadeia de serviços hospitalares, desde a operação de planos até exames laboratoriais. Em relação aos planos de saúde, a Rede D’Or atingiu em maio mais de 25% de participação no capital da Qualicorp.

“Este movimento é muito bom para a empresa. Mas também é importante lembrar que ainda há um potencial muito grande para crescimento em hospitais”, lembra Scottini.

Gigantes unidas

Para fazer frente à Rede D’Or, Hapvida e NotreDame Intermédica estão próximas de concluir a esperada fusão.

A Hapvida foi outra que fez nova oferta de ações recentemente, captando cerca de R$ 2 bilhões. O dinheiro vai servir principalmente para financiar a fusão com a NotreDame.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois que a operação foi aprovada pela Agência Nacional de Saúde (ANS), na semana passada, os analistas do BTG Pactual chamaram atenção para o fato de que as ações das duas empresas ainda não refletem os principais benefícios resultantes da transação.

“Apesar do momento mais complicado para os lucros das empresas, ainda atingidas pelos efeitos da pandemia de covid-19, existem três fatores de valorização das ações que ainda não estão nos preços atuais”, explica o BTG.

Segundo a equipe do banco, as sinergias em custos, tanto operacionais quanto tributários, e nas receitas, além do potencial de fazer novas fusões e aquisições, colocam os papéis das duas empresas como os preferidos do BTG dentro do setor.

Atualmente, as duas empresas têm um valor de mercado combinado de R$ 114 bilhões, contra R$ 137,5 bilhões da Rede D’Or.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No entanto, o espaço para endividamento da nova empresa seria muito maior, já que a Hapvida fechou março com caixa líquido, e a NotreDame tem uma relação dívida líquida/Ebitda próxima de zero, contra 2,4 vezes da concorrente Rede D’Or.

“Com a fusão, Hapvida e NotreDame teriam cerca de 18% do mercado de planos de saúde. É possível crescer mais. E há uma boa complementaridade geográfica entre elas”, explica Giovana Scottini, da Meraki.

João Julio Matos, da Helius Capital, ressalta outra vantagem, presente principalmente na Hapvida. “Um dos segredos para quem atua neste setor é o controle de custos. E a Hapvida consegue, por ter operação mais verticalizada, oferecer planos que chegam a custar um terço dos oferecidos pelas seguradoras, por exemplo”.

E a fusão deve inclusive, na opinião dos analistas, melhorar o acesso da população aos serviços. “Hoje, só 23% das pessoas possuem plano de saúde no Brasil”, lembra Scottini.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os laboratórios?

Quando se fala em medicina diagnóstica, os dois principais nomes são Dasa e Fleury. E para os analistas, o grande desafio das duas empresas é diversificar tanto os serviços quanto o atendimento.

“A Dasa já tem uma rede de hospitais e a ideia da empresa, principalmente depois da última oferta de ações, é criar um ecossistema de prestador de serviços. Já o Fleury comprou recentemente clínicas de ortopedia e de olhos. As duas tentam se tornar mais relevantes para os planos de saúde”, explica Matos, da Helius.

Nos últimos cinco anos, o Fleury já investiu cerca de R$ 1 bilhão em aquisições. A Dasa, recentemente, anunciou a compra da HBA, que opera o Hospital de Salvador, na Bahia, por R$ 850 milhões.

Os analistas ressaltam que estas ações são boas alternativas para o investidor que pensa em longo prazo. “Hoje já é um setor defensivo, um ‘call estrutural', já que sempre há demanda por serviços de saúde”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relação a dividendos, há uma diferenciação, já que redes de hospitais demandam mais investimentos que operadores de planos de saúde.

Mesmo assim, a Rede D’Or anunciou que vai pagar, no dia 5 de julho, mais de R$ 156 milhões em juros sobre capital próprio aos seus acionistas. O que resume a tese de que as empresas estão com saúde suficiente para crescer e ainda dividir seus lucros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
AÇÕES EM QUEDA FORTE

Amazon (AMZO34) aposta pesado em IA. Por que investimentos de R$ 1 trilhão assusta mercado e até o BTC pagou o pato?

6 de fevereiro de 2026 - 11:58

Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas

FII DO MÊS

FII de papel ou tijolo? Em fevereiro, os dois são queridinhos dos analistas; confira os fundos imobiliários no pódio

5 de fevereiro de 2026 - 6:14

Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora

HORA DE COMPRAR?

A Prio (PRIO3) já deu o que tinha que dar? Depois de subirem 20% no ano, papéis ainda podem disparar; Itaú BBA aponta gatilhos

4 de fevereiro de 2026 - 18:42

A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas

VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar