O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A proposta prevê uma estrutura de fundos para investimentos em novos negócios com recursos próprios e, eventualmente, também de terceiros
Menos de um mês após o sucesso do IPO da Raízen (RAIZ4) - o mais badalado do ano até agora - a Cosan (CSAN3) anunciou nesta segunda-feira (23) que dará início a uma nova estratégia de investimentos que deverá marcar sua entrada nos segmentos de mineração e logística
Conforme explica a empresa em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a proposta prevê uma estrutura de fundos para investimentos em novos negócios com recursos próprios e, eventualmente, também de terceiros.
As primeiras ações previstas na nova estratégia incluem a compra do TUP Porto São Luís, empresa detentora de um terminal de uso privado localizado em São Luís (MA), a criação de uma futura joint venture no ramo de mineração.
Ação da Raízen (RAIZ4) pode se VALORIZAR mais de 50% após o IPO; entenda no vídeo abaixo e inscreva-se no canal do Seu Dinheiro no Youtube para mais conteúdos exclusivos sobre investimentos:
A controlada do grupo Atlântico Participações assinou, com a São Luís Port Company SARL, do grupo China Communications Construction Company Limited (CCCC) e com outros acionistas minoritários detentores de 49%, uma proposta vinculante para aquisição de 100% do TUP Porto São Luís por R$ 720 milhões.
Além disso, também por meio da Atlântico, a Cosan assinou um memorando de entendimentos vinculante (MoU) com uma sociedade do Grupo Paulo Brito, fundador e controlador da Aura Minerals, para a formação de uma joint venture de exploração de minério de ferro, a JV Mineração. A produção da iniciativa deverá ser escoada pelo Porto.
Leia Também
"Este MoU prevê que a Atlântico deterá 37% do capital total e controle compartilhado da nova companhia combinada, ou seja, 50% das ações ordinárias, da nova companhia combinada, após o aporte do Porto e de caixa, a depender de chamadas de capital pela administração da companhia, afirma a empresa.
Segundo o fato relevante, a Cosan ingressa com um parceiro estratégico em um novo ramo de negócios, contribuindo com sua expertise logística portuária e de gestão. “A JV Mineração será uma empresa integrada de mineração e logística, que possuirá, além do Porto, direitos de exploração de ativos minerários em três projetos minerais localizados no Estado do Pará, com potencial importante de reservas de minério de ferro, a serem escoados pelo Porto”, aponta.
Com início de operação previsto para 2025, o primeiro projeto mineral a ser explorado pela JV Mineração está localizado próximo a Paraupebas (PA), na região de Carajás, conectado ao Porto pela estrada férrea de Carajás. "A exploração seguirá os mais altos padrões ambientais e de segurança, alinhados à estratégia de alocação sustentável de capital, suportada pelos princípios EESG do grupo Cosan", afirma a empresa.
A nova Companhia terá Juarez Saliba de Avelar como CEO, executivo com experiência no segmento de Mineração, tendo passado por posições de liderança em companhias como a Vale e CSN, entre outras. Além disso, Julio Fontana, com experiência em logística ferroviária e portuária, será conselheiro e consultor sênior da JV Mineração.
A Cosan realizará amanhã (24) uma teleconferência pública com o mercado para apresentar a transação. O fato relevante não menciona o horário do evento.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar
Em audiência no Senado, João Accioly afirma que o problema não foi falta de ação da CVM, já que investigação já mirava o banco antes da crise explodir
Banco eleva recomendação para neutra após reestruturação reduzir dívida, juros e custos de leasing; foco agora é gerar caixa e diminuir alavancagem
Reestruturação da Azul dilui participação do fundador, que segue no Conselho de Administração
Enquanto a operação nos EUA se manteve forte e resiliente, o lado brasileiro foi “notavelmente fraco”, avaliam os analistas do BTG Pactual
Os debenturistas podem receber de R$ 94,9 milhões a R$ 174,2 milhões, segundo as regras, para a amortização ou resgate das debêntures
Preço-alvo cai e corretora alerta para riscos crescentes no curto prazo; veja o que está em jogo no 4T25, segundo os analistas
A Tecnisa detém 52,5% do capital social da Windsor, responsável pelo novo “bairro” planejado de São Paulo
Depois de alguns trimestres lutando contra a concorrência acirrada de asiáticas e Amazon, a plataforma argentina entra em mais uma divulgação de resultados com expectativas de margens pressionadas, mas vendas fortes e México em destaque
Além dos proventos, a companhia aprovou um programa para recomprar até 55 milhões de ações preferenciais e 1,4 bilhão de ações ordinárias
Empresa distribuiu os recursos provenientes da venda do shopping Midway, no valor de R$ 1,6 bilhão, aos acionistas e agora busca levantar capital para expandir lojas
Segundo coluna de O Globo, Ultrapar teria contratado o BTG Pactual para avaliar a venda da rede de postos