Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Kaype Abreu

Kaype Abreu

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Colaborou com Estadão, Gazeta do Povo, entre outros.

mudanças na estatal

Conselho confirma general indicado por Bolsonaro para presidir Petrobras e novos diretores

Joaquim Silva e Luna assume o cargo então ocupado por Roberto Castello Branco Branco, demitido porque Bolsonaro estava insatisfeito com política de preços

Kaype Abreu
Kaype Abreu
16 de abril de 2021
15:00 - atualizado às 15:12
General Joaquim Silva e Luna, presidente da Petrobras, em coletiva de imprensa | Dividendos
28/08/2018 Pronunciamento sobre assinatura da GLO (Garantia da Lei e da Ordem) para Roraima (Brasília - DF, 28/08/2018) O então Ministro da Defesa General-de-exército Joaquim Silva e Luna. - Imagem: Isac Nóbrega/PR

O conselho de administração da Petrobras elegeu nesta sexta-feira (16) Joaquim Silva e Luna para o cargo de presidente da companhia, depois de um tumultuado processo que levou à demissão de Roberto Castello Branco.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O grupo também confirmou mudanças na composição da diretoria executiva da Petrobras, depois que quatro diretores pediram para não serem reconduzidos aos cargos. As alterações e permanências são as seguintes:

  • Eleição de Rodrigo Araujo Alves para o cargo de Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores;
  • Eleição de Cláudio Rogério Linassi Mastella para o cargo de Diretor Executivo de Comercialização e Logística;
  • Eleição de Fernando Assumpção Borges para o cargo de Diretor Executivo de Exploração e Produção;
  • Eleição de João Henrique Rittershaussen para o cargo de Diretor Executivo de Desenvolvimento da Produção;
  • Recondução de Nicolás Simone como Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação;
  • Recondução de Roberto Furian Ardenghy como Diretor Executivo de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade;
  • Recondução de Rodrigo Costa Lima e Silva como Diretor Executivo de Refino e Gás Natural.

Currículos dos novos executivos, segundo a Petrobras

Joaquim Silva e Luna foi Diretor-Geral brasileiro da Itaipu Binacional de fevereiro de 2019 até abril de 2021. É General de Exército da reserva e serviu no Ministério da Defesa de março de 2014 a janeiro de 2019, como Secretário-Geral do Ministério e como Ministro da Defesa. Além da Academia Militar das Agulhas Negras, onde se graduou na Arma de Engenharia, Joaquim Silva e Luna, fez doutorado em Ciências Militares, mestrado em Operações Militares, pós-graduação em Projetos e Análise de Sistemas pela Universidade de Brasília e em Política, Estratégia e Alta Administração do Exército, curso de Oficial de Comunicações, realizado na Escola de Comunicações e curso de Guerra na Selva, realizado no Centro de Instrução de Guerra na Selva. Nos seus 45 anos de serviços ao Exército, sendo 12 anos como Oficial General da ativa: como General de Brigada foi Comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, em Tefé-AM e Diretor de Patrimônio, em Brasília-DF; como General de Divisão foi Chefe do Gabinete do Comandante do Exército, em Brasília-DF; e como General de Exército foi Chefe do Estado-Maior do Exército, em Brasília (DF). Foi Conselheiro da Amazônia Azul Tecnologia de Defesa S.A. (AMAZUL) por três anos. No exterior foi membro da Missão Militar Brasileira de Instrução e Assessor de Engenharia na República do Paraguai como instrutor nas Escolas de graduação, pós-graduação e doutorado; e Adido de Defesa, da Marinha, do Exército e da Aeronáutica no Estado de Israel.

Rodrigo Araujo Alves é bacharel em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Minas Gerais e bacharel em Ciências Contábeis pela Faculdade Moraes Júnior Mackenzie Rio, com MBA em Gestão Econômica e Financeira de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas e mestrado executivo em Finanças (com honras) pela HEC Paris. É Certified Public Accountant (CPA) pelo Estado de Washington nos Estados Unidos; COSO Internal Control Certificate pelo American Institute of Certified Public Accountants (AICPA); e Certified in IFRS (CertIFR) pela Association of Chartered Certified Accountants (ACCA). Realizou também cursos de gestão e finanças pelo INSEAD; Chicago Booth; Singularity University; Fundação Dom Cabral; CFA Institute e MDT International. Atua na Petrobras desde 2007, possuindo ampla experiência na área financeira, ocupando, desde 2017, a posição de Gerente Executivo de Contabilidade e Tributário. Foi presidente do Conselho Fiscal da TBG e membro do Conselho Fiscal de outras empresas do grupo Petrobras e atualmente é membro de um grupo consultivo do International Accounting Standards Board (IASB) e membro do Conselho Diretor da Associação Brasileira das Companhias Abertas (ABRASCA). Recebeu diversos prêmios, com destaque para o prêmio mérito Anefac de profissional do ano na categoria tributos em 2020, prêmio Confeb de executivo tributário do ano para indústrias de base em 2018, além da premiação da Petrobras como empresa destaque do Troféu Transparência Anefac nos anos de 2019 e 2020.

Cláudio Rogério Linassi Mastella é engenheiro químico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com MBA Executivo pelo IBMEC e pós-graduação em Gestão pela Fundação Dom Cabral, além de ter cursado programas de desenvolvimento no exterior como: Executive Development Program – Northwestern Kellogg e Managing Supply Chains for Global Competitiveness – Stanford GSB. Possui 34 anos de experiência profissional na Petrobras com atuação nas áreas de Comercialização, Refino e Logística. Em sua trajetória na empresa, ocupou diversas funções gerenciais nas áreas de planejamento operacional (S&OP), operações logísticas, refino e comercialização, tendo ocupado a posição de Gerente Executivo de Logística de fev/2015 a fev/2019 e Gerente Executivo de Comercialização de mar/2019 até o momento. Nas empresas do grupo Petrobras, atuou como Conselheiro de Administração na Logum Logística S.A. e na Petrobras Transporte S.A. – Transpetro. Foi Diretor Suplente da Petrobras Argentina S.A., de mar/2015 a jul/2016, e Membro do Comitê de Estratégia e Finanças da Transpetro, de dez/2018 a mai/2020. Atua como Vice-Presidente da Associação Brasileira de Downstream do IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) desde 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fernando Assumpção Borges é engenheiro civil graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, com MBA Executivo pela COPPEAD/UFRJ, além de ter participado do Programa de Gestão Avançada no INSEAD (França). Possui 38 anos de experiência profissional na Petrobras, tendo ocupado as seguintes funções gerenciais: Gerente de Reservatórios na Bacia de Campos e na Bacia de Sergipe-Alagoas, Gerente Geral da Unidade de Negócios UN-SUL, Gerente Geral de Produção de E&P, Gerente de Projetos do Campo de Gás de Mexilhão na UN-RIO, Diretor de E&P da Petrobras Bolívia, Gerente Geral de Operações de Poços na Petrobras Internacional, Gerente Geral de Sondas Offshore na área de Construção de Poços Marítimos do E&P da Petrobras e Gerente Geral de Implantação de Projetos em Libra. Desde abril de 2016, atuou como Gerente Executivo na companhia, tendo ocupado inicialmente a Gerência Executiva de Libra e, a partir de setembro de 2019, tornou-se Gerente Executivo de Relacionamento Externo, posição que ocupou até o presente momento. De abril de 2016 a março de 2020 exerceu a função de Diretor no Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e desde abril de 2016 exerce a função de Diretor da Associação Brasileira de Empresas de Exploração e Produção de Petróleo e Gás (ABEP), por indicação da Petrobras. Fernando é autor de vários trabalhos como “Bacia de Campos – 25 anos de Produção e sua Contribuição para a Indústria Petrolífera”, “Teste de Formação em Ambiente Severo HPHT” e “Teste de Formação em Águas Profundas Brasileiras”.

Leia Também

João Henrique é graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e em Engenharia de Petróleo pela Petrobras, com MBA em Gestão de Negócios pela Coppead (UFRJ) e Advanced Management Program pela Insead (Institut Européen d'Administration des Affaires) na França. Atua na Petrobras há 34 anos, tendo ocupado diversas funções gerenciais no segmento de E&P e Suprimentos. Em sua trajetória, destacam-se as seguintes posições: Gerente Geral de Desenvolvimento de Mercado Fornecedor de Bens e Serviços, Gerente Geral de Construção de Sondas, Gerente Geral de Concepção e Implantação de Projetos e Gerente Geral de Suprimentos de Bens e Serviços para o Desenvolvimento de Produção de E&P. Desde novembro de 2017 atua como Gerente Executivo na companhia. Inicialmente ocupou a Gerência Executiva de Sistemas de Superfície e em de novembro de 2018 tornou-se Gerente Executivo de Sistemas de Superfície, Refino, Gás e Energia, área que responde pela construção dos novos ativos da companhia nas áreas de E&P e RGN (FPSOs, UPGNs, dutos terrestres, unidades de refino, dentre outros), posição que ocupou até o presente momento.

Leia também:

Relembre

A decisão dos quatro diretores de pedirem para não serem reconduzidos ocorreu em meio à polêmica que se formou com a indicação do general Silva e Luna para comandar a Petrobras.

Sua escolha ocorreu após o presidente Jair Bolsonaro se desentender com o então presidente da estatal, Roberto Castello Branco, a respeito da política de reajustes de preços, que segue as cotações internacionais do petróleo e dos combustíveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alta dos preços dos combustíveis tem pressionado a inflação. O encarecimento do diesel desagrada os caminhoneiros, base política de Bolsonaro. Uma paralisação da categoria era temida pelo governo.

Castello Branco sempre defendeu a política de preços, citando os prejuízos que a Petrobras enfrentou quando foi utilizada para evitar a escalada dos combustíveis, o que levou o governo a escolher um nome mais alinhado aos seus interesses.

A medida, que passou por cima da governança corporativa da Petrobras, levou quatro conselheiros a também pedirem para não serem reconduzidos aos seus cargos, em sinal de protesto. Ela também resultou na queda de mais de 20% das ações da Petrobras no pregão de 22 de fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TENDÊNCIA GLOBAL

BTG Pactual entra na disputa pelos mercados de previsão com nova plataforma; veja como vai funcionar

27 de março de 2026 - 16:08

BTG Trends permite operar cenários de alta ou queda em ativos e decisões de juros dentro de ambiente regulado

CHECK-UP AMARGO

Dasa (DASA3) tem prejuízo de quase R$ 1 bilhão e ações vão para a UTI na maior queda da bolsa; papéis chegam a recuar 19%

27 de março de 2026 - 13:02

A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil

FINAL DOS RUMORES?

Petrobras (PETR4) afasta ruído político e diz que não há fato novo sobre recompra da Refinaria de Mataripe

27 de março de 2026 - 12:31

Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa

SKINS EM CRISE

A conta chegou para a Epic Games, criadora de um dos games mais jogados do mundo; por que a empresa que inventou o Fortnite demitiu mais de mil funcionários

27 de março de 2026 - 12:06

Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa

INCERTEZA SOBRE CONTINUIDADE

Braskem (BRKM5) tem prejuízo de R$ 10,28 bilhões no 4T25, alta de 82%, alavancagem dobra, e auditoria expressa preocupação

27 de março de 2026 - 9:10

O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.

NO RASTRO DA CRISE

Mais uma peça cai: Banco Central decreta liquidação extrajudicial do conglomerado Entrepay em meio à crise do Banco Master

27 de março de 2026 - 8:44

Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações

RETORNO AO ACIONISTA

Dividendos à vista: Hypera (HYPE3) anuncia R$ 185 milhões em JCP e conclui aumento de capital

26 de março de 2026 - 19:47

Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica

PROVENTOS NO RADAR

Acionista da Copel (CPLE3) vai encher o bolso? BTG calcula bolada em dividendos e diz o que fazer com as ações

26 de março de 2026 - 19:36

Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor

NOVA ESTRUTURA

A nova aposta do Bradesco (BBDC4): como nasce a BradSaúde e o que muda no grupo segurador

26 de março de 2026 - 17:44

Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática

RESULTADOS PRESSIONADOS

JBS (JBSS32) encara custos altos no gado e no milho, mas ainda é preferida do BTG no setor; entenda o que move a ação

26 de março de 2026 - 17:01

A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário

MENOR E MAIS LEVE

Americanas (AMER3) sai da recuperação menor e com foco em lojas físicas; ela tem forças para correr atrás da concorrência?

26 de março de 2026 - 15:03

No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro

IMERSÃO MONEY TIMES

Como o Magazine Luiza (MGLU3) conseguiu lucrar mais com IA do que a dona do ChatGPT e o próprio Google?

26 de março de 2026 - 11:54

Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista

VAI DECOLAR PARA LONGE

Adeus, Gol (GOLL54): empresa vai sair da bolsa nesta sexta-feira e tem data para ser extinta; relembre a ‘novela’ da companhia

26 de março de 2026 - 11:26

Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa

ADEUS, PENNY STOCK

Marisa (AMAR3) recebe enquadro da B3 por ação abaixo de R$ 1, e avalia fazer grupamento; presidente do conselho renuncia

26 de março de 2026 - 10:14

Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão

REESTRUTURAÇÃO EM CURSO

Casas Bahia (BHIA3) dá novo passo na virada financeira e levanta R$ 200 milhões com FIDC de risco sacado

26 de março de 2026 - 9:33

Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda

SAIU DO FUNDO DO POÇO?

Americanas (AMER3) pede fim da recuperação judicial, vende Uni.Co e reduz prejuízo em mais de 90%

26 de março de 2026 - 8:57

A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos

AINDA PRECISA VOTAR

A torneira dos dividendos vai fechar? A proposta da Equatorial (EQTL3) que pode mudar a distribuição aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:59

Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações

ATENÇÃO, ACIONISTA

Dividendos e JCP: Bradesco (BBDC4) anuncia R$ 3 bilhões em proventos; veja quem mais paga aos acionistas

25 de março de 2026 - 19:25

Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios

BARATA OU ARMADILHA?

Mesmo a R$ 1, Oncoclínicas (ONCO3) ainda tem espaço para cair mais: o alerta do JP Morgan para as ações

25 de março de 2026 - 17:02

Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda

O QUE FAZER COM AS AÇÕES?

Não é hora de colocar a mão no fogo pela Hapvida (HAPV3): por que o Citi ainda não comprou o discurso de virada da empresa

25 de março de 2026 - 16:09

Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia