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Colisão com cabo de alta tensão é apontado por testemunhas como aparente causa do acidente, que está sob investigação
A Cemig (CMIG4) manifestou-se neste sábado sobre o acidente aéreo que ontem provocou a morte da cantora Marília Mendonça e de mais quatro pessoas no interior de Minas Gerais.
A aeronave atingiu um cabo de alta tensão de uma torre operada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), confirmou a empresa por meio de nota.
Depois de lamentar a tragédia e informar a colisão com o cabo, a Cemig esclareceu que o local encontra-se “fora da zona de proteção do Aeródromo de Caratinga”, onde o avião preparava-se para aterrissar.
Testemunhas apontam a colisão com o cabo como provável causa do acidente, cujos motivos ainda estão sendo investigados pelo Cenipa, sigla pela qual é conhecido o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
“Reiteramos que a Cemig segue rigorosamente as Normas Técnicas Brasileiras e a regulamentação em vigor em todos os seus projetos. As investigações das autoridades competentes irão esclarecer as causas do acidente. A companhia novamente lamenta esse trágico incidente e se solidariza com parentes e amigos das vítimas.”
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADETrecho de nota oficial da Cemig sobre o acidente
Além da cantora e compositora de 26 anos, morreram no acidente seu produtor, um tio, o piloto e o copiloto da aeronave.
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O governo do Estado de Goiás, onde nasceu Marília Mendonça, decretou luto oficial de três dias em razão da morte da artista.
*Com informações da Agência Brasil
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