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A fusão ocorrerá por meio da incorporação das ações da Intermédica pela Hapvida e dará origem a uma das maiores provedoras de saúde do mundo

Após seis meses de espera e um aprofundamento na análise, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta terça-feira (15) o casamento entre duas das maiores empresas do setor de saúde brasileiro: Hapvida (HAPV3) e NotreDame Intermédica (GNDI3).
A fusão - que ocorrerá por meio da incorporação das ações da Intermédica pela Hapvida - dará origem a uma gigante mundial entre as provedoras de saúde e foi aceita sem restrições pelo órgão, de acordo com comunicados enviados pelas duas companhias à Comissão de Valores Mobiliários.
Com isso, a Hapvida passará a deter a totalidade das ações da Intermédica, que se tornará sua subsidiária integral. Mas é importante destacar que o Tribunal do Cade ainda tem um prazo de 15 dias para se manifestar antes que a aprovação se torne definitiva.
Antes de dar o sinal verde para a operação, o Cade sinalizou que a fusão das duas empresas era “complexa” e exigia uma análise profunda dos possíveis desdobramentos.
Além da NotreDame Intermédica Saúde, o grupo NotreDame inclui ainda a Mediplan Assistencial, Climepe Total, Lifeday Planos de Saúde, São Lucas Saúde e Clinipam Clínica Paranaense de Assistência Médica
Entre os pontos de atenção, a Superintendência citava a redução no número de concorrentes no mercado de planos de saúde médico-hospitalares, o potencial incremento de barreiras à entrada de novos players no setor e a eventual redução de leitos disponibilizados.
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Vale relembrar que, ainda em junho, a Hapvida recebeu autorização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o órgão que regula o setor, para assumir o controle societário indireto do Grupo NotreDame Intermédica.
Hoje o Cade reservou o dia para riscar grandes nomes de sua lista de análises pendentes. Mais cedo, o órgão também deu o sinal verda para a fusão entre Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3).
No entanto, ao contrário do negócio entre Hapvida e Intermédica, a aprovação foi condicionada à adoção de algumas restrições por parte das companhias — os chamados 'remédios' que diminuem a concentração de mercado no setor.
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