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Empresa precifica os papéis no dia 8 de fevereiro; companhia, que faz parte de grupo norueguês, vende assinaturas de apps, soluções de “micro finanças”, entre outros
A Bemobi Mobile, um clube de assinaturas de aplicativos, pode levantar R$ 1,012 bilhão na oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que deve ser realizada na B3 neste ano.
O valor considera a média da faixa indicativa: R$ 20,35. A empresa planeja uma distribuição primária de 49,7 milhões de ações, mas pode realizar uma distribuição secundária de até 17,4 milhões de papéis, em uma eventual oferta adicional e suplementar.
A Bemobi, que faz parte do grupo norueguês Otello Corporation, prevê precificar a oferta em 8 de fevereiro. A estreia das ações seria no dia 10, sob o ticker BMOB3. A oferta é realizada no Brasil sob coordenação do BTG Pactual, Morgan Stanley, XP Investimentos e Itaú BBA.
Atualmente, em 37 países, a empresa oferece três principais serviços:
No fim de setembro, a companhia tinha 34,6 milhões de assinantes e uma receita líquida anual finalizado naquele mês de R$ 177,8 milhões e Ebitda de R$ 67,0 milhões, representando uma margem de 37,7%.
A geração de caixa ajustada foi de R$ 56,1 milhões. Em dezembro de 2019, a empresa não possuía empréstimos e financiamentos, mas apresentava um passivo circulante total no valor de R$ 19,9 milhões.
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Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen