🔴 ‘O MELHOR TRADER DO MUNDO’ VAI AJUDAR INVESTIDORES COMUNS NA BUSCA PELAS MELHORES CRIPTOMOEDAS – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

SELIC NÃO ASSUSTA

Alta nos juros não deve desacelerar o crédito imobiliário, diz presidente da Caixa; confira os destaques do banco no 3º trimestre

Segundo Pedro Guimarães, mesmo nas concessões que utilizam os recursos da poupança e são diretamente afetadas pela Selic, não há uma desaceleração até o momento

Caixa Bolsonaro
Mais cedo, a Caixa anunciou um lucro líquido de R$ 3,207 bilhões no terceiro trimestre. Imagem: Shutterstock

A disparada da taxa Selic é uma ameaça para o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal? Segundo o presidente da instituição, Pedro Guimarães, o banco não espera que a alta dos juros desacelere as concessões da modalidade de crédito mais importante na carteira do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Guimarães explicou, durante live nesta quinta-feira (18) para comentar os resultados trimestrais da Caixa, que cerca de 40% das concessões são feitas através de recursos do FGTS, o que torna a carteira mais imune à alta dos juros. "É importante separar o que é FGTS e o que é poupança (SBPE). Em torno de 40% das concessões não têm impacto da Selic, pois vêm do FGTS"

[captacao]

Segundo ele, mesmo nas concessões que utilizam os recursos da poupança, não há uma desaceleração até o momento. "O que nós estamos vendo e uma manutenção da demanda, há algum ajuste, porque é TR mais uma taxa", comentou.

Guimarães, no entanto, afirmou que a demanda por crédito segue forte não apenas no ramo imobiliário, mas também em outros segmentos, como o crédito direcionado a micro e pequenas empresas, e o crédito agrícola, uma das bandeiras de sua gestão à frente da Caixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Destaques do balanço

Mais cedo, a Caixa anunciou um lucro líquido de R$ 3,207 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 69,7% em relação ao mesmo período de 2020, mas queda de 48,8% ante o segundo trimestre deste ano.

Leia Também

FIQUE POR DENTRO

A noite na bolsa: os anúncios de Cosan (CSAN3), Rede D´Or (RDOR3), XP(XPBR31) e mais

APOSTA RENOVADA

O Itaú (ITUB4) quer mais energia: bancão injeta mais R$ 1,77 bilhão em subsidiária da Eneva (ENEV3)

Vale destacar que o resultado dos meses de abril a julho foi influenciado pela abertura de capital (IPO) do braço de seguros do banco público, que rendeu ganho de R$ 3,3 bilhões.

No acumulado de 2021 até agora, o resultado somou R$ 14,1 bilhões, aumento de 87,4%. Segundo Guimarães, apesar de contabilizar apenas nove meses, o número é o “segundo maior lucro da história da Caixa, atrás apenas de 2019”.

A carteira de crédito ampliada do banco público encerrou o terceiro trimestre em R$ 842,3 bilhões, crescimento de 11,3% em um ano. No demonstrativo de resultados, o banco destaca que entre julho e setembro concedeu R$ 118,1 bilhões em crédito para a população, crescimento de 8,5% em relação ao segundo trimestre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os destaques da carteira de empréstimos está o aumento de 79,4% no crédito para o agronegócio em 12 meses, além da alta de 28,5% em crédito para pessoa jurídica, principalmente, para micro e pequenas empresas, e expansão de 8,7% em habitação.

No terceiro trimestre, a Caixa registrou crescimento de 429,1% nos empréstimos para o setor de saneamento e infraestrutura e de 201,0% em crédito comercial para empresas, principalmente para as menores, destaca o banco em seu balanço.

Na inadimplência, a taxa para atrasos acima de 90 dias fechou o terceiro trimestre em 2,16%, abaixo dos 2,46% do segundo trimestre, mas acima do nível de um ano atrás, em 1,87%. As despesas com provisão para devedores duvidoso somaram R$ 2,975 bilhões no trimestre, alta de 15% ante o encerramento de julho.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Caixa encerrou setembro com R$ 2,675 trilhão em ativos administrados, expansão de 5% em um ano, incluindo aqui os recursos do FGTS. Descontando estes números, os ativos somaram R$ 1,488 trilhão.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada do Banco Inter. 15 de outubro de 2026 - 10:50
Smartphone com logo da Vivo, antena de telecomunicações, notas de real e pilhas de moedas sobre fundo azul 14 de outubro de 2026 - 19:14
Fachada de uma agência do Bradesco com arquitetura moderna, destacando painéis vermelhos e brancos, logotipos do banco em ambas as laterais do prédio, amplas paredes de vidro na entrada, corrimãos de acessibilidade e paisagismo com árvores e arbustos ao redor. 14 de outubro de 2026 - 19:03
Fachada Smart Fit 14 de outubro de 2026 - 17:45
Tesoura rosa corta a Selic, taxa básica de juros 13 de outubro de 2026 - 19:21
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 12 de outubro de 2026 - 10:59
Fachada do Bradesco (BBDC4). 12 de outubro de 2026 - 10:03
Fachada da Raízen roxa e branca 10 de outubro de 2026 - 9:08
Santander 9 de outubro de 2026 - 19:34
Calculadora, dívida, negócio, inadimplência, débito, conta, prazo, moedas 9 de outubro de 2026 - 12:00
Foto mostrando dois homens olhando para o logo da XP (XPBR31) numa parede 8 de outubro de 2026 - 16:07
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar