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Mesmo com o IPO saindo próximo do piso, a Unifique teve uma estreia no vermelho, em dia negativo para a bolsa brasileira
Diante de um cronograma de ofertas de ações agitado, estreias na bolsa viraram rotina. Nesta terça-feira (27) foi a vez da operadora Unifique Telecomunicações (FIQE3) começar a ser negociada na B3.
Como tem sido comum, a oferta pública inicial (IPO) da companhia foi precificada a R$ 8,60, pouco acima do piso da faixa indicativa, que ia de R$ 8,41 a R$ 10,49, em uma operação que movimentou R$ 818,073 milhões. A operação foi coordenada pela XP Investimentos, BTG Pactual, Itaú BBA e Morgan Stanley.
Mas mesmo com o IPO saindo próximo ao piso, a Unifique teve um primeiro pregão de queda. Seus papéis (FIQE3) fecharam em baixa de 8,14%, a R$ 7,90.
Se você não vive na região Sul do país, é bem capaz que o nome da companhia seja desconhecido. Mas a Unifique, nascida em Timbó (SC) é uma operadora de telecomunicações presente em mais de 1 milhão de residências e que cobre mais de 18 mil quilômetros de fibra ótica.
Com os mais de R$ 800 milhões levantados pela empresa em sua oferta primária no IPO, a Unifique pretende financiar o seu crescimento orgânico, mas também investir em aquisições estratégicas regionais, concentradas no Sul do país. Além disso, a companhia também pretende investir na expansão de suas equipes técnica, comercial, de pesquisa e desenvolvimento.
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