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Com fechamento da bolsa nos dias de folia sem festa, auxílio emergencial e IBC-Br são foco do dia
Me desculpe Jorge Ben, mas é fevereiro, não tem carnaval, eu não tenho um fusca e faz muito tempo que não toco violão. O ano já começou, meus conterrâneos brasileiros, em primeiro de janeiro. Hoje vamos tentar animar as coisas com, no máximo, um choro solo (de cavaquinho) em casa.
A bolsa não abrirá na segunda-feira (15) e terça-feira (16) de carnaval, voltando na quarta-feira (17) a partir das 13h. Enquanto isso, as reverberações por aqui sobre o novo auxílio emergencial seguem um novo capítulo: o embate entre Arthur Lira e Paulo Guedes.
O presidente Jair Bolsonaro já afirmou que a ajuda poderá vir, a partir de março, mas não informou o valor nem como os cofres públicos irão arcar com o benefício.
Os dados da atividade econômica devem sair hoje, às 9h, com perspectivas de uma nova alta mensal, de até 0,70%.
Depois dos fracos dados do varejo no início da semana, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de dezembro de 2020 deve dar um respiro ao investidor e vir 0,80% acima do esperado em comparação ao mesmo mês do ano passado, segundo especialistas ouvidos pelo Broadcast. As projeções vão de avanço de 1,30% até queda de 2,16% na comparação anual.
Em comparação ao mês anterior, o índice deve registrar um avanço, consolidando oito altas seguidas. A mediana indica um crescimento de 0,30% do índice, com as apostas indo de um recuo de 1,25% até uma expansão de 0,70%.
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Arthur Lira (PP-AL), atual presidente da Câmara, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, andaram se desentendendo ontem. Lira cobrou agilidade sobre as discussões do auxílio emergencial, afirmando que “a situação está ficando crítica na população e precisamos encontrar uma alternativa”.
Se, por um lado, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), já deu sinais de que o auxílio pode se estender por “3 ou 4 meses”, por outro, Guedes precisa encontrar uma alternativa que não extrapole a meta fiscal. A criação de um novo imposto já foi descartada, o que indica que as opções (e o tempo) de Guedes estão encurtando.
A aprovação da autonomia do Banco Central foi uma boa notícia, e impulsionou o Ibovespa para além dos 120 mil pontos na manhã de ontem, o que chegou a animar os mercados por aqui.
Saindo das ensolaradas terras brasileiras e indo para a Wall Street, os índices de Nova York perderam força em relação a semana passada, quando houve uma quebra de recordes e altas sucessivas. Mesmo assim, o Ibovespa terminou o dia com ganhos de 0,73%, aos 119.299,83 pontos, tendo atingido os 1,5% no meio do pregão. O dólar comercial também teve alta, de 0,32%, a R$ 5,38.
O presidente da República segue gerando ruído nos combustíveis. Jair Bolsonaro quer fechar uma proposta que permita a redução dos impostos PIS/Cofins sobre combustíveis.
Com isso, ele pode comprar briga com o ministério da Economia, que ainda precisa dar aval para a medida, e já afirmou que a Lei de Responsabilidade Fiscal não permite que isso seja feito sem uma compensação.
Não se engane, folião: não haverá bolsa na segunda-feira (15) nem terça-feira (16) de carnaval. Na quarta-feira (17), somente a partir das 13h. Sem bloquinhos e desfiles este ano, o feriado prolongado exige cautela dos investidores, tendo em vista que Wall Street não para nesta data.
Os EUA navegam em mares límpidos e calmos, com uma positiva temporada de balanços e a expectativa pela aprovação do novo pacote fiscal americano. Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes, declarou que espera que o pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão seja aprovado ainda neste mês.
Na Ásia, as bolsas chinesas seguem fechadas devido ao feriado do ano novo lunar. A mero título de curiosidade, este é o ano do boi metálico, e os não supersticiosos que me segurem, mas deve vir coisa boa por aí.
Enquanto isso, os chifres não se mostram na Europa, onde as bolsas operam com leves perdas, próximas da estabilidade.
O Reino Unido divulgou hoje o tombo recorde de 9,9% no PIB em 2020.Segundo o Escritório Nacional de Estatísticas, essa foi a maior retração anual já registrada desde o início da medição.
Os dados históricos mais antigos apontam que só em 1709 houve uma queda parecida, em virtude de uma “grande geada” no país. A previsão para o primeiro trimestre deste ano é de uma nova queda de 4%, devido a um novo lockdown e ao Brexit.
O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,695 bilhões no último trimestre do ano passado, uma queda de 20,1% em relação ao mesmo período de 2019.
Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, houve expansão de 6,1% no lucro da instituição. Na contramão, o balanço da Lojas Renner registrou queda nos lucros do quarto trimestre, somando 354 milhões de reais, uma retração de 31%.
Cosan e Sanepar também apresentaram seus números do período de outubro até dezembro de 2020 nesta sexta-feira, com destaque especial para Usiminas, que teve um aumento de 613% no lucro líquido em relação ao mesmo período de 2019.
Para hoje, teremos a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de dezembro de 2020 (9h). Os indicadores devem apontar para uma retomada da economia com maior ou menor tração.
Nos EUA, a Universidade de Michigan divulga dados do índice de sentimento do consumidor (12h) e o presidente do Fed de NY participa de uma discussão do clube econômico do seu estado no mesmo horário.
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
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Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
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