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Enquanto as bolsas no exterior reagem À aprovação do pacote fiscal, o Brasil toma puxão de orelha para levar pandemia a sério
Depois de encerrar uma semana com ganhos na casa de quase 5%, a bolsa brasileira deve sentir o peso do noticiário do fim de semana. Com o avanço desenfreado da pandemia no país e a saída de investidores estrangeiros com o aumento do risco de países emergentes, o Ibovespa pode não se sustentar, mesmo se o cenário externo for favorável.
Para Carla Argenta, economista-chefe da CM Capital, o valor do auxílio emergencial, aprovado na semana passada, foi um dos fatores que animou a bolsa na semana passada. Entretanto, o limite de R$ 44 bilhões para a nova rodada foi muito menor do que o valor disponibilizado para o benefício em 2020.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) repreendeu a atuação do Brasil no combate à pandemia, afirmando que o país pode virar um “celeiro de novas variantes” e que o país deve tratar a doença com seriedade. Além disso, o atraso na vacinação preocupa os economistas por aqui, tendo em vista que, para uma retomada econômica mais resistente, é preciso que boa parte da população esteja vacinada.
Somado a isso, as novas medidas de isolamento social e o lockdown em diversas cidades devem aprofundar a crise na base da pirâmide social, que é composta pelos trabalhadores mais afetados pela pandemia. A votação da PEC emergencial na Câmara está marcada para a quarta-feira (10) desta semana.
As perspectivas do mercado também têm sido ajustadas para um cenário mais pessimista. Nesta semana, estão previstos para serem divulgados dados do Índice Geral de Preços (IGP-DI) nesta segunda-feira (08) e do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de fevereiro, na quinta-feira (11).
Com o aumento da inflação, o foco brasileiro deve ficar na reunião do Copom da próxima semana (terça-feira, 16), com uma pressão maior para a elevação da taxa básica de juros.
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O mercado já esperava um aumento da Selic para os próximos anos, mas a disparada da inflação brasileira dos últimos meses fez as instituições ouvidas pelo Banco Central (BC) e relatadas no Boletim Focus reverem suas perspectivas e esperarem uma taxa de juros mais alta ainda este ano.
O Senado americano aprovou, com certo sufoco, o pacote de estímulos fiscais de US$ 1,9 trilhão (aproximadamente R$ 10,8 trilhões) para aliviar as consequências econômicas da pandemia de covid-19.
A Secretária do Tesouro de Biden, Janet Yellen, comentou que “o mercado de trabalho pode levar dois anos para alcançar o nível pré-pandemico”. "É por isso que nosso país precisa de um ambicioso projeto de lei de alívio para ajudar os americanos a suportar os últimos meses desta crise; colocar comida na mesa, cheques no correio e vacinas nos braços", disse a secretária do Tesouro.
Esse foi o primeiro teste de fogo de Joe Biden no Senado, com a apertada votação por 50 votos dos Democratas contra 49 dos Republicanos. O pacote prevê um auxílio semanal de US$ 300 até setembro e dinheiro para a ampliação de distribuição de vacinas e testes de covid.
Apesar dessas notícias, o investidor estrangeiro deve ficar de olho no avanço dos Treasuries, com o temor de que o pacote de estímulos pressione e acelere a inflação do país. Além disso, a política acomodatícia do Federal Reserve, o Banco Central americano, é mal vista, ao menos neste momento, por Wall Street.
Enquanto as bolsas da Ásia fecharam em baixa em decorrência da difícil recuperação econômica dos EUA e China, os índices da Europa abriram com ganhos, elevando o otimismo pela aprovação do pacote de estímulos fiscais.
Já nos índices futuros dos EUA, a perspectiva com o aumento da inflação e o avanço dos juros futuros, que influenciam no preço dos títulos do Tesouro norte-americano, que também estão se valorizando, também estão operando no vermelho.
Por volta das 8h, o Dow Jones futuro operava em leve queda de 0,08%, enquanto o S&P 500 futuro caía 0,53% e o Nasdaq futuro recuava com mais força, aos 1,46%.
Segunda-feira (8)
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