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2021-03-03T08:27:33-03:00
Estadão Conteúdo
alerta

Lockdown maior do que esperado pode gerar 1º semestre um pouco pior, diz presidente do BC

Com a vacina, o segundo semestre deverá registar uma taxa de crescimento econômico melhor, disse Roberto Campos Neto

3 de março de 2021
8:27
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto fala à imprensa no Palácio do Planalto
Imagem: Marcello Casal Jr / Agência Brasil Local: Brasília-DF

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, alertou nesta terça-feira (2) para o risco de um eventual lockdown para além do esperado imprimir piora na economia no primeiro semestre.

Devido ao aumento de contágio pela a variante do coronavírus, governadores e prefeitos têm editado decretos restringindo a circulação de suas populações.

"Um lockdown maior que o esperado pode gerar um primeiro semestre um pouco pior", disse Campos Neto durante participação no Webinar "Cenários Brasil 2021", promovido pela Arko Advice e Empiricus.

Mas com a vacina, disse Campos Neto, o segundo semestre deverá registar uma taxa de crescimento melhor.

Por enquanto, de acordo com ele, o Brasil registra uma melhora gradual no mercado de trabalho com o emprego formal mostrando uma recuperação robusta com o hiato do mercado de trabalho se fechando.

Recentemente, disse o presidente do BC, houve uma pequena desaceleração no crédito com a perspectiva do lockdown.

Alta das commodities

Campos Neto, disse nesta terça-feira, 2, que o banco tem acompanhado a economia internacional e o que tem sido visto é que os países desenvolvidos têm aumentado juros e que os preços das commodities também subiram bastante.

Contudo, de acordo com Campos Neto, se por um lado os preços das commodities têm subido bastante no mercado internacional, por outro as moedas das economias emergentes não tem se apreciado como o usual.

"As moedas dos países produtores de commodities não se apreciaram", disse e emendou que o descolamento de moedas é explicado, em parte, pela pior percepção fiscal.

O presidente do BC também disse que há muita liquidez no mundo e que muitos se perguntam se "estamos vivendo o fim da liquidez mundial". "Não se sabe. O que se sabe é que os mercados estão reavaliando a liquidez mundial", disse.

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