O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No exterior, o dia começou positivo,, mas os ganhos do Ibovespa são limitados pelo conturbado cenário interno
Apertem os cintos! A volatilidade tomou conta do mercado financeiro e deve permanecer em solo brasileiro pelo menos até que o clima melhore em Brasília. Com isso, o Ibovespa e o dólar passam por uma verdadeira montanha-russa hoje.
Nesta terça-feira (03), o dia amanheceu com cara de recuperação, mas, ao longo da manhã, as bolsas globais deram um susto nos investidores. Logo após a abertura, os índices em Nova York viraram para o negativo, com as atenções voltadas para os resultados mistos da atividade econômica americana e ao que o Federal Reserve, o banco central americano, deve fazer para garantir uma inflação controlada e a recuperação pós-covid.
Embora as bolsas em Wall Street tenham virado para o campo negativo, os balanços corporativos acima do esperado não deixaram que o sentimento de aversão se mantivesse por muito tempo e agora é o bom humor que impera por lá.
O Ibovespa tem uma estrada mais esburacada e instável para seguir nesta terça-feira (03), mas também busca deixar para trás o dia vermelho. Depois de cair quase 1,5% na mínima do dia, por volta das 16h, o principal índice da bolsa operava em alta de 0,60%, aos 123.252 pontos. O dólar à vista se mantém pressionado pela deterioração político-fiscal, e sobe 0,77%, a R$ 5,2046. O bom desempenho das ações da Vale, companhia que representa quase 15% da carteira teórica do índice, impedem um recuo maior.
Por aqui, é o cenário político que mais uma vez traz cautela aos negócios. Com os frequentes ataques do presidente Jair Bolsonaro ao processo democrático, na tentativa de descredibilizar as eleições de 2022, o clima em Brasília não é dos melhores.
O Tribunal Superior Eleitoral instaurou um inquérito administrativo, com o envio de uma notícia-crime ao Supremo Tribunal Federal, contra o presidente e suas acusações falsas de fraude no sistema eleitoral.
Leia Também
Os atritos políticos também geram apreensão fiscal, às vésperas da decisão de política monetária do Copom, o que por si só já seria razão para uma maior cautela dos investidores brasileiros.
A preocupação com a saúde fiscal do país levou a bolsa a registrar um tombo de 3%, parcialmente recuperado na tarde de ontem, mas isso não significa que o temor de furo ao teto de gastos é coisa do passado. Para Marcio Lórega, gerente de research do Pagbank, o movimento visto ontem pode ter sido apenas um ‘repique’ de alta, já que a tendência mais baixista para a bolsa deve prevalecer.
Quando o assunto é equilíbrio fiscal, os ruídos também partem da boca do chefe do Executivo. A primeira preocupação é com a reformulação do Bolsa Família. Em meio a queda de popularidade do governo e a proximidade das eleições de 2022, o presidente já fala em um benefício de R$ 400.
Além do valor ser bem acima do que o mercado esperava, ainda há dúvidas sobre como a equipe econômica conseguirá acomodar as despesas dentro do teto de gastos. A falta de recursos para cumprir o compromisso de pagar cerca de R$ 89 bilhões em precatórios em 2022 é outro ponto de tensão. Sem saber como honrar a dívida, a equipe econômica pode arrastar o problema por mais alguns anos ou até mesmo dar um calote.
Para Rodrigo Moliterno, essa situação gera desconforto e é o que pressiona o nosso índice, tirando o brilho dos balanços corporativos e dados macroeconômicos que sugerem uma recuperação. O Credit Swap Default (CDS), termômetro do risco-país, saiu de 158 pontos no fim de julho para os quase 180 que vemos agora.
A expectativa é de que tenhamos novidades sobre a reformulação do Bolsa Família ainda nesta semana. Mas, enquanto isso, o mercado de juros também segue pressionado na ponta mais longa. Confira as taxas do dia:
Com a variante delta do coronavírus ainda trazendo um clima de incerteza, os contratos futuros de petróleo apresentam mais um dia de queda expressiva, o que deve pesar sobre o Ibovespa já que as ações da Petrobras tendem a acompanhar o movimento.
A alta de mais de 3% da Vale leva o Ibovespa a reduzir o ritmo de queda. A mineradora acompanha a recuperação do minério de ferro após uma sequência de quedas. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| VALE3 | Vale ON | R$ 112,36 | 3,15% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 76,15 | 3,00% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 15,93 | 1,98% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 31,31 | 1,89% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 17,13 | 1,60% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| LAME4 | Lojas Americanas PN | R$ 7,02 | -3,44% |
| AMER3 | Americanas S.A ON | R$ 49,66 | -3,14% |
| SULA11 | SulAmérica units | R$ 29,79 | -2,68% |
| CYRE3 | Cyrela ON | R$ 20,37 | -2,54% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 27,77 | -2,49% |
Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking
Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso
Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio
Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel
O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos
Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta
Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números
Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil