Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
CADA UM PRA UM LADO

Dias contados para o excesso de liquidez? Dirigentes do Fed falam em tapering; diretores do BCE preferem manter estímulos

Enquanto na Europa a manutenção dos estímulos dá sinais de continuará por mais algum tempo, nos EUA os estímulos devem começar a sair de cena nos próximos meses

Jerome Powell em audiência no Congresso americano
Imagem: Divulgação

O choque causado pela pandemia nos primeiros meses de 2020 levou os principais bancos centrais do planeta a jorrarem liquidez sem precedentes nos mercados financeiros internacionais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda que os efeitos dessas medidas não tenham sido uniformes nas economias, o excesso de liquidez segurou a onda nos mercados financeiros e levou diversas bolsas de valores a níveis recordes nos últimos meses.

Nos últimos meses, porém, a escalada da inflação e os sinais de aquecimento econômico acima de margens confortáveis levaram as autoridades monetária dos Estados Unidos e da Europa a começarem a discutir a possibilidade de dar início a uma retirada gradual de estímulos. E isso, claro, teve impacto negativo sobre os mercados financeiros.

Momentos diferentes

Ainda assim diretores do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e do Banco Central Europeu (BCE) parecem estar em momentos diferentes em relação ao tema.

Enquanto na Europa a manutenção dos estímulos dá sinais de continuará por mais algum tempo, nos EUA os estímulos devem começar a sair de cena nos próximos meses, mais provavelmente no início de 2022. De qualquer modo, não deve ser nada brusco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dirigente do Fed diz que deseja começar logo o tapering nos EUA

Ainda assim, há quem defenda o início do movimento ainda em 2021. É caso do presidente da distrital da Filadélfia do Fed, Patrick Harker.

Leia Também

POLÍTICA MONETÁRIA

Mercado aposta em corte da Selic, mas pode dar com a cara na porta: “Não há sinalização” para agosto, diz Galípolo

TOME NOTA

A bolsa não para nem para a Copa do Mundo? Como será o funcionamento da B3 na segunda-feira do jogo do Brasil

Ele afirmou que quer começar logo o tapering - como é conhecido o processo de retirada gradual dos estímulos monetários por BCs - do Fed "logo", para que a entidade possa elevar os juros nos Estados Unidos caso seja necessário.

Durante evento organizado pela Câmara do Comércio do Condado de New Castle nesta sexta-feira, Harker afirmou que a alta inflação dos EUA é outra razão para acelerar o processo de redução dos estímulos.

Segundo ele, é possível que as pressões inflacionárias advindas da reabertura da economia global podem não ser tão transitórias quanto o esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Harker defende o início do tapering a partir de novembro. Segundo ele, os estímulos monetários já não são necessários em uma economia com problemas na oferta.

No raciocínio de Harker, após o término do tapering por volta de meados do ano que vem, o Fed poderia então começar a pensar em uma alta dos juros nos EUA.

Ele alertou, no entanto, que isso não deve ocorrer antes do período entre o fim de 2022 e o começo do ano seguinte.

Dirigente do BCE diz que compras de ativos continuarão 'por algum tempo'

A dirigente do Banco Central Europeu (BCE) Isabel Schnabel afirmou nesta sexta-feira que as compras de ativos pela instituição devem continuar "por algum tempo" mesmo após o encerramento do programa emergencial, chamado de "PEPP".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque o programa regular de relaxamento quantitativo (QE), conhecido pela sigla "APP", que já existia antes da crise gerada pela pandemia, deve ser mantido.

Durante um evento virtual realizado pelo Fed de Nova York, Schnabel também disse que crises incomuns exigem respostas incomuns.

"Isso, por sua vez, implica que continuaremos a adaptar nossas ferramentas conforme apropriado daqui para frente, à medida que a economia entrar em águas mais calmas", acrescentou.

A dirigente enfatizou ainda que o compromisso do BCE em agir para cumprir a meta de inflação "nunca deve ser questionado".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Henrique Meirelles 25 de junho de 2026 - 10:44
copa do mundo seleção brasileira 25 de junho de 2026 - 10:10
Logo Wendy´s 24 de junho de 2026 - 15:46
Em primeiro plano, Flávio Serrano, economista-chefe do Banco BMG. Em segundo plano, Gabriel Galíopolo, presidente do Banco Central do Brasil. Em destaque, a frase: O problema de Galípolo 24 de junho de 2026 - 13:35
ID da foto:1307414278 24 de junho de 2026 - 10:31

PROGRAMA NACIONAL CELULAR SEGURO

Nova fase do Celular Seguro: governo cria banco nacional para rastrear celulares roubados

24 de junho de 2026 - 10:31
cidades - são paulo 24 de junho de 2026 - 9:30
leilão itaú 24 de junho de 2026 - 9:01
Ilustração com bilhete premiado de Mega-Sena em frente ao Teatro Amazonas em Manaus. 24 de junho de 2026 - 6:58
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) 23 de junho de 2026 - 16:34
Lanche Hawaiian Airlines 23 de junho de 2026 - 13:13
acordo de paz; estados unidos. irã 23 de junho de 2026 - 10:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar