O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Todas as principais criptomoedas do mercado fecharão a semana no vermelho, algumas com queda de quase 30%
Soa o gongo. Para alguns, é uma salvação. Para outros, a frustração e o gostinho de "poderia ter ganhado". Não, não estamos falando de boxe, mas de investimentos. O fim do pregão pode ser um momento feliz para muita gente. "É o fim desse sofrimento", diriam, em um dia ruim.
Mas no mundo das criptomoedas, sempre que soa o gongo, o anúncio é do próximo round. E o próximo. E o próximo, sem pausa para água, descanso ou um gelo no já roxo olho. Em uns você ganha, em outros você perde, mas não pode parar de lutar.
Afinal, o mercado das criptomoedas fica aberto 24h todos os dias da semana. Não há espaço para nocaute. E depois da última semana, o investidor estava feliz de estar ganhando algumas. Mas hoje veio aquele matador cruzado no queixo.
O preço do bitcoin caiu abaixo dos US$ 50 mil pela primeira vez desde o início de março. Por volta das 5h, a principal criptomoeda do mercado viu seu valor cair para US$ 47.814,31, acumulando uma desvalorização de 22% em uma semana.
Esse movimento contaminou todo o mercado das criptomoedas, fazendo todas cinco as principais acumularem queda nos últimos sete dias, de acordo com o site Coin Market Cap.
Tudo começou há duas semanas na província de Xinjiang, na China, quando uma mina de carvão, principal fonte de energia do país, explodiu e foi inundada. Isso paralisou a produção de energia elétrica, além de gerar um blackout temporário na região.
Leia Também
Mas a China é o principal polo de mineração de bitcoin do mundo, sendo responsável por uma parcela significativa da validação de blocos e inserção de novos bitcoins na rede. Para entender mais sobre o que é e como funciona a mineração de bitcoins, clique aqui.
Com isso, a rede ficou mais congestionada e, de acordo com especialistas do mercado, ela poderia ficar “menos segura” com a queda no número de mineradores. Isso acaba diminuindo o apetite de risco dos investidores, que vendem suas posições em criptomoeda.
E não foi apenas isso. O anúncio de novos impostos sobre ganhos do presidente americano Joe Biden também tem sua parcela de culpa na queda de preço dos criptoativos.
“É claro que o bitcoin é mais sensível às ameaças de impostos sobre ganhos de capital do que a maioria das classes de 'ativos'. A ameaça de regulamentação, seja diretamente em mercados desenvolvidos ou indiretamente por meio do fisco, sempre foi o calcanhar de Aquiles da criptografia, na minha opinião ”, disse Jeffrey Halley, analista de mercado sênior da Oanda, em uma nota aos clientes, como foi mostrado pelo portal MarketWatch.
Assim, de acordo com o site Bybt.com, quase US$ 500 milhões em posições compradas em bitcoins foram liquidadas nas últimas horas devido à queda nos preços.
De acordo com André Franco, especialista em criptomoedas da Empiricus, alguns boatos descolados da realidade sobre essa alta nos impostos chegaram ao mundo das criptomoedas. Sem comprovação, algumas postagens em redes sociais chegaram a afirmar que os novos impostos comeriam cerca de 80% do retorno das criptomoedas.
A informação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pela Casa Branca ou pelo Tesouro americano até o fechamento desta matéria.
Outro boato que também rodou o mundo criptográfico foi de que a Binance estaria manipulando o mercado. Por meio de sua conta no twitter, o empresário e comerciante de criptomoedas, Willy Woo, comentou uma movimentação atípica do mercado.
Em sua conta no Twitter, ele afirma que, antes da queda, entraram cerca de 9 mil bitcoins na rede, mas 27 mil saíram após a queda de preços.
“Eu fico pensando: essa é a mesma baleia?”, comentou ele. “Baleia” é o nome dado a grandes investidores que possuem muitos bitcoins ou outras criptomoedas.
Como a rede de blockchain é aberta ao público, é possível saber qual endereço de conexão movimentou essa quantidade de bitcoins. Mesmo sendo suspeito, a movimentação também não foi confirmada como uma manipulação de mercado. Entretanto, a suspeita atingiu diretamente os investidores.
Além disso, após a Turquia proibir pagamentos em criptomoedas no país, o bitcoin também registrou uma dura queda. Todos esses eventos contribuem para o recuo no valor das criptomoedas e o aumento da desconfiança em todos os criptoativos de maneira geral.
Na opinião do executivo da área de Investimentos do Mercado Bitcoin, Bruno Milanello, a queda nas demais criptomoedas se deve a uma visão limitada do mercado. “Se considerarmos que as criptos são uma classe de ativos, o comportamento tende a ser na mesma direção, mas com intensidades distintas em função do projeto de cada cripto, suas funcionalidades e adoção”, diz ele.
André Franco vai na mesma direção, e afirma que o investidor menos especializado enxerga as criptomoedas da mesma forma que o investidor estrangeiro vê a bolsa brasileira. “Acontece quando o número de mortos por covid aumenta ou alguma turbulência política acontece. O investidor que tem posições em bancos e Petrobras vende tudo que tem, quando, na verdade, o risco pode ser só em um ou em outro”, comenta.
Quando a maré de azar das criptomoedas irá acabar? É difícil dizer. Entretanto, Bruno Milanello afirma que os investidores em criptomoedas devem estar cientes de que oscilações na casa dos dois dígitos são comuns no mundo digital.
Mas uma movimentação de mineradores de bitcoin e investidores mais antigos (com contas de mais de três anos em investimentos em cripto) podem nos dar uma dica.
Em 2017, houve um movimento parecido com agora, uma queda de 30% no preço do bitcoin. Nessa época, os mineradores compraram massivamente na baixa e venderam quando o valor da criptomoeda disparou meses depois. E o mesmo movimento foi visto por investidores posicionados em cripto na época.
Da mesma forma que, na semana passada, o bitcoin bateu recordes seguidos e atingiu os US$ 65 mil, é possível que essa retração dê um novo fôlego aos negócios. Não é possível dizer quando esse movimento de queda irá terminar, mas, de acordo com especialistas ouvidos pelo Market Watch, o bitcoin pode voltar a valer US$ 42 mil.
É válido lembrar também que isso não significa que o bitcoin ou outras criptomoedas voltarão aos mesmos patamares tão cedo. O investimento em criptoativos é considerado altamente arriscado, portanto é aconselhável que o investidor esteja seguro e ciente de todas as transações que fizer.
* Colaborou com está matéria Ricardo Da Ros, diretor da Binance
Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil
Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda
Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco
O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado
Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
O setor elétrico é conhecido pelo pagamento de proventos atrativos. O BTG Pactual e o Safra, por exemplo, veem a ação com bons olhos para quem busca renda extra com dividendos.
Com preços mais altos, custos menores e mix voltado ao setor automotivo, siderurgia puxa Ebitda para R$ 653 milhões, enquanto mineração segue pressionada por volumes menores
Apesar das projeções otimistas, o banco identifica que regiões como a Vila Olímpia devem ser impactadas pela devolução de imóveis em breve
Para os analistas, a Serra Verde acaba de inaugurar o que deve ser uma “onda de aquisições” em solo brasileiro
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
Por contarem com ativos de crédito e de tijolo na carteira, os Fundos de Fundos tendem a ter portfólios mais defensivos em momentos de instabilidade, segundo gestora
A fabricante de carros elétricos aumentou o plano de aportes para US$ 25 bilhões neste ano, com foco em robotáxis, robôs humanoides, caminhão elétrico e fábrica de chips de inteligência artificial
A Iguatemi (IGTI11) atualizou, na noite de quarta-feira (22), os dividendos que serão pagos ao longo de 2026
Quer investir como um magnata? O segredo está na diversificação inteligente e no patrimônio integrado; confira as lições da Ghia para preservar capital mesmo em tempos de guerra
O Bank of America elevou o alvo para o Ibovespa em 2026, mas lembra que o rali é carregado por gigantes da bolsa brasileira e pelo fluxo aumentado de estrangeiros fazendo negócios por aqui
Em algumas empresas, os programas híbridos e presenciais devem absorver parte das quedas de matrículas do ensino à distância
O temor de que o grande acordo prometido pelo presidente norte-americano não saia do papel — dando lugar à prontidão militar — fez os investidores apertarem o botão de venda