O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo assim, o número de pessoas que compram ações na bolsa quase dobrou em um ano, puxado por pequenos investidores
Você muito provavelmente ouviu falar de alguém que começou a investir em ações no último ano. O número de pessoas físicas que ingressaram na bolsa brasileira de 2019 até 2020 subiu 92,2%, segundo dados da XP Investimentos.
Na comparação com dezembro do ano passado, o aumento foi menos expressivo, de 0,04%. Mesmo assim, hoje são 3.230.551 de pessoas que têm seus recursos alocados no mercado de ações, um total de R$ 453,5 bilhões.
Essa desaceleração do crescimento do número de investidores em janeiro tem a ver com o aumento da percepção de risco no período. No mês passado, o Ibovespa recuou 3,32%.
Essa migração do investidor brasileiro veio de um movimento que se iniciou com os cortes na taxa básica de juros, a Selic. Com a poupança rendendo cada vez menos, as pessoas passaram a procurar os títulos do Tesouro para conseguir alguma rentabilidade acima da inflação.
Isso dava certo porque a taxa básica de juros era considerada alta para os padrões internacionais. Em janeiro de 2016, a Selic estava em 14,25% ao ano, mas no mesmo mês de 2021, já havia caído para 2,0% ao ano.
Com isso, os investidores também também começaram a sair do Tesouro Direto, passando para outros tipos de investimento com maior potencial de retorno. Entre eles, as ações.
Leia Também
A melhora na educação financeira da população em geral e a proliferação das plataformas digitais que facilitam o acompanhamento dos investimentos também contribuíram para essa maior diversificação.
Nem só de Warren Buffet e George Soros vive a bolsa de valores, e no Brasil não seria diferente. A quantidade de dinheiro investido por pessoa vem caindo desde 2017, ano seguinte ao início do ciclo de cortes na taxa de juros.
O saldo por indivíduo passou de R$ 267,9 mil em 2017 para R$ 140,4 mil em janeiro deste ano, o que indica uma maior presença do pequeno investidor nas transações.
A maioria dos investidores vive na terra da garoa, do pingado e do trânsito. São 1.248.845 contas de moradores de São Paulo, 38,7% do total e três vezes mais do que o segundo colocado, o Rio de Janeiro, com 10,6% do total, o equivalente a 343.842 contas.
Em seguida, vêm os estados de Minas Gerais (317.532 contas, 9,8% do total), Paraná (201.684 contas, 6,2% do total), Rio Grande do Sul (180.552 contas, 5,6% do total) e Santa Catarina (154.612 contas, 4,8% do total).
A hegemonia paulista é ainda maior quando olhamos para o valor investido na bolsa: o estado de São Paulo representa 47,8% (R$ 217,0 bilhões) do valor total de transações.
Apesar de o número de mulheres investidoras ainda ser muito baixo (só 26,2% do total), elas estão penetrando cada vez mais no mercado. Desde dezembro de 2019, o número de investidoras cresceu 118,2% e atingiu o patamar de 2.382.966 em janeiro.
São Paulo segue sendo o estado com maior número absoluto de investidoras (340.486, 27,2% do total), mas o terceiro na análise percentual por estado, ficando atrás do Distrito Federal (28,5%) e do Rio de Janeiro (27,5%).
O saldo por investidora também é menor, com especial destaque para São Paulo e Minas Gerais. Enquanto as mulheres paulistas têm, em média, R$ 147,14 mil por pessoa, os homens ficam com R$ 183,74 mil por indivíduo.
Mas Minas Gerais é o estado com a maior diferença entre homens e mulheres: eles têm, em média, R$ 154,94 mil por investidor e elas apenas R$ 77,28 mil por pessoa, uma diferença de mais de 50%.
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição