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Desde semana passada, a principal criptomoeda do mercado está em um movimento de queda e o noticiário não está ajudando
O bitcoin tem enfrentado semanas difíceis desde que Elon Musk decidiu que a Tesla deixaria de aceitar pagamentos em criptomoeda. Por volta das 10h, o bitcoin recuava 23,66%, cotado a US$ 33.634,48. Esse é o menor valor da criptomoeda desde janeiro deste ano.

No acumulado dos últimos sete dias, a queda é de 30,12%, de acordo com o portal Coin Market Cap. O movimento de baixa tem contaminado todo o mercado de criptomoedas, que recua 24,37% nas últimas 24h, acumulando um total de US$ 1,58 trilhão em valor de mercado.
Se levarmos em conta a máxima histórica do bitcoin de US$ 65 mil, o tombo é de pouco mais de 60%. As principais criptomoedas do mercado também estão registrando queda nesta manhã. A maioria, na casa dos dois dígitos.

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Além de Musk, a China também está contribuindo para o ruído no noticiário. A China proibiu instituições financeiras em criptomoedas, em um movimento já esperado da sua lei anti-especulação.
O gigante asiático já estava fechando o cerco contra as criptomoedas, em especial o bitcoin. De acordo com as agências estatais chinesas, "os preços das criptomoedas dispararam e despencaram, e o comércio especulativo voltou, prejudicando seriamente a segurança da propriedade das pessoas e perturbando a ordem econômica e financeira normal", diz o governo da China em comunicado.
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A China já tinha leis que proibiam exchanges e ofertas iniciais de moedas (ICOs, na sigla em inglês). Agora, na prática, os indivíduos não podem mais ter bitcoins e outras criptomoedas.
A cada queda mais intensa do preço do Bitcoin (BTC), surgem novos “profetas” anunciando o fim da criptomoeda. Desta vez, foi Michael Burry quem falou em uma possível “espiral da morte”.
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