Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Os riscos da aviação: por que não pretendo investir nas ações do setor

A não ser que você seja um especulador de curto prazo, e monitore distorções, sugiro que procure setores com maiores possibilidades de crescimento

21 de março de 2021
7:08 - atualizado às 14:27
Avião coronavírus covid máscara nova variante
Imagem: Shutterstock

Antes de mais nada, caro amigo leitor, não se deixe enganar pelo título desta crônica. Por “Os riscos da aviação” não estou me referindo a perigo de voar, já que o transporte aéreo é o meio de deslocamento mais seguro que existe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só para dar um exemplo, e usando a maior indústria de transporte aeronáutico do mundo, a dos Estados Unidos, naquele país o número de mortos em desastres aéreos é de 0,2 por cada 16 bilhões de passageiros-quilômetros.

Ou seja, é mais fácil você morrer no táxi que o leva ao aeroporto do que no voo para o destino.

Quando falo em risco da aviação, estou me referindo a investir em ações de empresas aéreas ou de companhias fabricantes de aeronaves nestes tempos de covid-19.

O surto do novo coronavírus, agora com novas cepas que surgem a cada momento, lançou a aviação mundial em sua maior crise desde que os voos comerciais se tornaram uma rotina para turistas e homens e mulheres de negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse período teve início logo após o término da Segunda Guerra Mundial e, com alguns recuos normais em todo movimento de alta, não fez outra coisa senão crescer.

Leia Também

Nestes tempos, antes da crise atual, a anterior foi causada pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

Naquela ocasião, foi decretado o ground stop, paralisação no solo de todas as aeronaves comerciais que voavam sobre e para o território dos Estados Unidos.

Uma redução de 30% no número de passageiros depois que os voos foram retomados causou um prejuízo aproximado de 15 bilhões de dólares às companhias aéreas americanas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse valor, que equivale a US$ 22,3 bilhões em números de hoje, foi coberto por empréstimos e subsídios feitos pelo governo americano às empresas de aviação.

Junte-se a esse montante o custo da adaptação das aeronaves e dos aeroportos, dispondo-os de sistemas e equipamentos de segurança que evitassem que aquele tipo de atentado se repetisse.

Sob todos os aspectos, a crise financeira causada pela Covid-19 é muito pior. Oitocentos e oitenta e duas vezes (até agora) mais vítimas fatais do que no Nine Eleven. Um prejuízo impossível de ser calculado até agora, mas que, ao final, será medido em trilhões de dólares, euros, libras, etc.

Países fecham seus aeroportos para passageiros vindos de lugares críticos, quase todos da Europa e Américas, do Norte e do Sul. Nações como a Nova Zelândia se isolam completamente, facilitadas por serem ilhas. Pessoas são postas em quarentena.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tudo isso é prejuízo para as companhias aéreas.

Os números da covid

Até agora (19:30 de 12 de março), de acordo com o site Worldometer, 119.433.341 já foram contaminados pelo coronavírus.

Só que este número é subestimado. Deve ser no mínimo duas ou três vezes maior (o palpite é meu). Explico: milhões de pessoas infectadas têm sintomas leves, ou mesmo sintoma nenhum, e não procuram assistência médica, ficando à margem das estatísticas.

O número de mortos, 2.646.786, é bem mais próximo da realidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E que realidade: supera, por larga margem, o total somado de vítimas fatais nos Estados Unidos (418.500), Reino Unido (450.700), França (567.600) e Itália (457.600) durante os seis anos da Segunda Guerra Mundial.

Há outras comparações assustadoras:

  • em um ano, a Covid-19 matou quase o dobro de pessoas que, em igual período, morrem em acidentes rodoviários (2,6 milhões contra 1,35 milhão). 
  • quinze vezes o número de mortos somados dos bombardeios atômicos de Hiroxima e Nagasaki.

Mas, Ivan (pode estar perguntando o leitor) “por que você está dando tantos dados estatísticos da Covid se o assunto é aviação?”

Simples, a resposta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

São esses milhões de contaminados e de mortos na pandemia que estão reduzindo os voos a proporções mínimas, sem sinal de que a situação irá melhorar no curto prazo.

Eu tenho um amigo comandante que voa para uma companhia aérea do Oriente Médio.

Outro dia, quando sobrevoava a Groelândia, num voo cargueiro entre Pequim e Los Angeles, pela rota polar, ele me enviou uma mensagem dizendo:

A empresa reduziu 80% do meu salário e 80% dos meus voos. Eu estava havia 20 dias parado no hotel quando me escalaram para esta viagem.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A covid é universal

A Gripe Espanhola (1918/1919), cujo primeiro caso ocorreu numa unidade militar em Camp Jackson, na Carolina do Sul (EUA), deixou 50 milhões de mortos em todo o mundo. 

O nome Espanhola pegou porque foi o rei de Espanha, Alfonso XIII, o primeiro a divulgá-la; a doença era mantida em segredo pelos americanos.

Minha mãe, que tinha oito anos à época, conta que nas ruas do Rio de Janeiro havia pilhas de cadáveres nas calçadas. Só que no Brasil as vítimas fatais da Espanhola foram “apenas” 35.000, sendo quase metade deles no Rio de Janeiro.

A explicação é simples. Naquela época, não havia viagens aéreas e as pessoas, grosso modo, ficavam restritas às suas cidades e arredores. Então a Espanhola, tendo chegado aqui no Rio a bordo do navio Demerara, que viera da Inglaterra com escalas em Lisboa, Recife e Salvador, ficou mais contida na então capital federal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora viaja-se por todo o mundo.

A China conseguiu conter o vírus, primeiro na cidade de Wuhan, mais tarde em toda a província de Hubei. E talvez tivesse sucesso em seu plano de não exportar a doença se dois chineses, portadores da Covid, não houvessem desembarcado em Roma em janeiro de 2020, onde ficaram doentes e testaram positivo para o novo coronavírus.

Sempre de avião, um cidadão de São Paulo, portador do vírus, desembarcou na cidade em março do ano passado, vindo da Itália, e começou a contaminar os brasileiros.

Mas hoje se vê que se não fossem esses casos teriam havido outros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Covid-19 é universal.

Para tremendo azar do Brasil, o país é dirigido por um negacionista.  “Gripezinha”, “todo mundo tem de morrer mesmo”, “máscaras e isolamento não têm efeito contra a doença”... Doutor Messias ainda conseguiu produzir milhares de unidades de cloroquina, um remédio para malária que ele considerava miraculoso.

Pois bem, a aviação se encarregou de espalhar a Covid-19 por todos os cantos do Brasil, inclusive lugares distantes como Manaus. Lá, as pessoas começaram a morrer asfixiadas por falta de oxigênio, tal a quantidade de casos simultâneos.

Céus vazios

Lógico que os voos foram diminuindo e aeroportos sendo interditados. A aviação acabou arcando com o ônus da irresponsabilidade inicial dos governantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Das empresas do setor aéreo que têm ações negociadas na B3, a Gol já enfrentava o  problema da interdição do Boeing 737 MAX e a Embraer sofria com o abrupto cancelamento de sua sociedade com a Boeing.

Com a Covid, os céus brasileiros foram ficando vazios. Não havia como os papéis dessas companhias não despencarem.

Em um mês as ações da Gol caíram de R$ 35,76 para R$ 7,44, uma queda de 80 por cento. Para bargain hunters (caçadores de barganhas) ou bottom pickers (detectores de fundos) foi uma ótima compra. Como especulação, é bom que fique claro.

No mesmo período, a Azul teve comportamento idêntico, caindo de R$ 58,53 para R$ 13,92, mais uma vez uma ótima oportunidade para os prospectores de pechinchas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para quem shorteou na queda e comprou em dobro no repique, meus parabéns.

Já para investidores, que querem ser sócios dessas companhias, meu conselho é pularem fora do mundo da aviação.

Muita água ainda vai passar por baixo da ponte antes que volte a acontecer um boom no setor aeronáutico.

Para piorar as coisas, boa parte das empresas, dos mais diversos setores de atividade, aprenderam e se equiparam para funcionar em regime de home work e conference call. E devem continuar assim depois que a Covid for embora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No meu caso, que adquiro papéis para me tornar sócio da companhia, não existe a menor hipótese de investir em ações da Gol, da Azul e de suas congêneres estrangeiras.

E notem que sou piloto, fanático por aviação e já publiquei quatro livros-reportagem sobre o assunto: Caixa-preta; Plano de ataque; Perda Total e Voo Cego.

É esse o meu negócio com aviação.

A lista de companhias aéreas que já vi morrer no Brasil é enorme. Várias delas com projeção internacional como a Panair do Brasil e a Varig. Mas houve também a Avianca brasileira, a Vasp, a Transbrasil, a Cruzeiro do Sul, e outras nas quais voei há mais de 60 anos como a Aerovias Brasil, a Real, a Nacional Transportes Aéreos e a NAB, fora as que me esqueci.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A não ser que você seja um especulador de curto prazo, e monitore distorções, sugiro que procure setores com maiores possibilidades de crescimento.

Entre eles, não inclua fabricantes de aviões, como Embraer, Boeing e Airbus.

Todas estão em crises, das quais levarão um bom tempo para se recuperar.

Leia também

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MENOR PATAMAR EM DOIS ANOS

Dólar abaixo de R$ 5? O que precisa acontecer para a moeda cair ainda mais — e o que poderia atrapalhar isso

9 de abril de 2026 - 16:29

Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização

DE VOLTA AO JOGO

Como a Petrobras (PETR4) recuperou R$ 27 bilhões perdidos na véspera e ajuda o Ibovespa a passar dos 195 mil pontos

9 de abril de 2026 - 14:42

Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira

MUDANÇAS NO PORTFÓLIO

Riza Arctium Real Estate (RZAT11) anuncia venda de imóveis, e cotistas vão sair ganhando; veja os detalhes das operações

9 de abril de 2026 - 12:00

O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas

VEJA OS DESTAQUES DA PRÉVIA OPERACIONAL

Tenda (TEND3) ‘faz a festa’ fora do Ibovespa após prévia operacional, mas calcanhar de Aquiles segue o mesmo. O que fazer com as ações?

8 de abril de 2026 - 16:40

A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores

SEGURANÇA E DEFESA

O superciclo de investimento de US$ 2,6 trilhões que sobrevive à trégua de Trump com o Irã e está apenas começando

8 de abril de 2026 - 14:12

Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.

UM DOS GRANDES PROBLEMAS

Maior alta do Ibovespa: Hapvida (HAPV3) dispara mais de 10% com possível venda bilionária de ativos

8 de abril de 2026 - 12:37

Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline

MERCADO IMOBILIÁRIO

FIIs colocam Pague Menos e Amazon na mira, e emissão milionária rouba a cena; veja o que movimenta os fundos imobiliários hoje

8 de abril de 2026 - 11:12

Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir

MERCADOS HOJE

Ibovespa sobe mais de 2% com cessar-fogo entre EUA e Irã, mesmo com Petrobras (PETR4) desabando; dólar cai a R$ 5,10

8 de abril de 2026 - 9:52

O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia

HORA DE INVESTIR

‘Ações não são o patinho feio’. Gestores estão otimistas com os ganhos do Ibovespa mesmo diante da guerra e das eleições

7 de abril de 2026 - 15:42

Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa

A FOME DO 'PACMAN DOS FIIS'

O Zagros Renda (GGRC11) quer levantar até R$ 1,5 bilhão em nova oferta de cotas; entenda o que está na jogada para o fundo imobiliário

7 de abril de 2026 - 10:41

O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta

RECOMENDAÇÃO DE COMPRA

Copo meio cheio? Projeções para a Hypera (HYPE3) pioram, mas ação ainda pode saltar até 33%, diz Santander — e caneta emagrecedora é um dos motivos

6 de abril de 2026 - 18:02

Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?

NOVOS PATAMARES

Qual o próximo passo da JBS na bolsa norte-americana, segundo o BTG? Veja qual a vantagem para o investidor

6 de abril de 2026 - 15:01

Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações

FII DO MÊS

Fundo imobiliário com carteira ‘genuinamente híbrida’ é o favorito para investir em abril — e ainda está com desconto 

6 de abril de 2026 - 6:04

O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro

CARTEIRA RECOMENDADA

Small caps: Minerva Foods (BEEF3) e Azzas 2154 (AZZA3) entram na carteira de abril da Terra Investimentos; veja quem sai

5 de abril de 2026 - 17:52

Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)

OPORTUNIDADE NA CARTEIRA

Dividendos em abril: veja as ações recomendadas pelo Safra para turbinar os ganhos

5 de abril de 2026 - 14:48

Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo

GRINGO NA ÁREA

Nem a guerra do Irã parou a bolsa: mercado brasileiro deve ter melhor 1º trimestre em fluxo de capital estrangeiro desde 2022

4 de abril de 2026 - 13:42

Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue

ENTRE ALTOS E BAIXOS

Natura (NATU3) sai na frente e RD Saúde (RADL3) é ação com pior desempenho; veja os destaques do Ibovespa nesta semana

4 de abril de 2026 - 12:49

Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda

ENTENDA

Tombo de quase 80%: Fictor Alimentos (FICT3) vira ação de centavos e recebe alerta da B3

3 de abril de 2026 - 17:41

A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento

O QUE FAZER COM OS PAPÉIS?

Maior alta do Ibovespa na semana: Natura (NATU3) salta 12% com “selo” de gigante global. Vem mais por aí?

3 de abril de 2026 - 14:30

Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar

HORA DE COMPRAR?

Ação da Embraer (EMBJ3) tem sinal verde de compra? Empresa aumenta entregas de aviões em 47% e analistas dão veredito

3 de abril de 2026 - 12:52

A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia