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A onda de polarização na sociedade não vem de hoje, mas ela já foi mais bem humorada. Houve um tempo não muito distante em que o mundo se dividia em dois grupos bem distintos: o “raiz” e o “nutella”.
As expressões que viraram meme na internet comparavam a forma como as pessoas faziam as coisas antigamente (do jeito raiz) com o modo atual (nutella).
No mundo das finanças, Warren Buffett é um típico bilionário raiz, enquanto Elon Musk encarna o espírito do endinheirado nutella. Com quem você se identifica mais?
Seja qual for a sua preferência, no mercado hoje um dos principais assuntos é o de uma empresa que tem raiz até no nome. Estou falando da Raízen, que no começo da próxima semana fecha uma oferta pública de ações (IPO) que pode movimentar mais de R$ 10 bilhões.
A produtora de etanol e distribuidora de combustíveis, resultado de uma associação da Shell com o grupo Cosan, fará uma oferta de ações preferenciais (sem direito a voto). Mais raiz, impossível. Ou melhor, é possível, já que o ticker da companhia na bolsa será “RAIZ4”.
Mas, afinal, será que vale a pena virar sócio da Raízen? A Julia Wiltgen esmiuçou os documentos da operação, falou com especialistas e conta tudo o que você precisa saber sobre o IPO.
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Impulsionado pela alta do minério de ferro, o balanço da Vale (VALE3) trouxe recordes para a companhia. A mineradora registrou o maior Ebitda de sua história e uma alta anual de 662% no lucro. Ainda assim, o mercado esperava um pouco mais.
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A fila de IPOs na bolsa brasileira não para de crescer. A Vix Logística protocolou nesta quarta-feira o pedido de abertura de capital. Uma das líderes no setor, a companhia retoma os planos de ter ações negociadas na B3 depois de uma tentativa frustrada em 2013.
Assim como na B3, a fila de empresas a caminho da na bolsa no exterior é longa. Ontem foi a vez do Duolingo, que estreou com tudo na Nasdaq. As ações do aplicativo de idiomas dispararam até 40%, o que levou o valor de mercado da companhia para US$ 6,5 bilhões.
Entre as gigantes de tecnologia norte-americanas, o lucro do Facebook dobrou em relação ao segundo trimestre do ano passado. Mas o mercado não reagiu bem às projeções dadas pela companhia de Mark Zuckerberg para os próximos resultados. E a culpa é de outra big tech: a Apple.
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