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A caderneta de poupança é como uma paixão antiga: por mais que tenha defeitos, é difícil de esquecer. O investimento mais popular do país é simples, acessível e tem a reputação de ser seguro.
A poupança também não ilude ninguém. Quem coloca o dinheiro não tem a pretensão de ficar rico. O rendimento é magrinho, mas sempre comparece. Não por acaso, o saldo de recursos depositados está na casa de R$ 1 trilhão.
O que talvez nem todos saibam é que, nas condições atuais, a caderneta oferece um retorno real negativo — ou seja, menor que a inflação. Isso significa que, na prática, ninguém “poupa” quando aplica na poupança.
Foi um verdadeiro teste de fidelidade para os investidores, que ainda assim depositaram R$ 166 bilhões em dinheiro novo na caderneta só no ano passado.
Talvez por falta de melhor orientação financeira, não é de se estranhar que a caderneta tenha sido o destino da maior parte do dinheiro que os brasileiros que receberam o auxílio emergencial de R$ 600 reais.
Mas o que dizer daqueles que já têm muito dinheiro e deixam o dinheiro na poupança mesmo com condições de acessar opções melhores e tão seguras quanto a caderneta?
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