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Você pode até questionar, mas não pode ignorar. Esse foi o recado de um velho conhecido do mercado quando eu comentei com ele das minhas dúvidas sobre o tal ESG.
Para quem não está familiarizado, a sigla em inglês (bem ao gosto do mercado) é usada para tratar de questões ambientais, sociais e de governança.
Trata-se de um tema que está na pauta dos investidores em todo o mundo e ganhou força durante a pandemia da covid-19.
Até mesmo o efervescente mercado de criptomoedas sentiu os impactos do ESG diante das incertezas sobre o consumo de energia usado na atividade de mineração de bitcoins e outras moedas digitais.
É claro que todos, no fundo, queremos fazer o que é certo. O problema é que muitas vezes isso envolve sacrificar o presente em nome do futuro. Ou, para ficar na linguagem do mercado financeiro, deixar dinheiro na mesa hoje para preservar o retorno de longo prazo.
Outro problema da questão ESG é como separar a espuma do chope (orgânico, para manter o texto ecologicamente correto). Ou seja, saber quando estamos lidando com iniciativas de fato sustentáveis ou meros esforços de marketing.
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Apesar das incertezas e questionamentos válidos, a pauta ESG vem avançando de forma efetiva. Na coluna de hoje, o Matheus Spiess traz três exemplos recentes de como os tribunais e os acionistas forçaram gigantes do setor de petróleo a se comprometerem com práticas ambientais. Vale a leitura!
Entre a expectativa de retomada e o agravamento da pandemia da covid-19, como se comportou a economia brasileira? É o que saberemos com a divulgação dos dados do PIB do primeiro trimestre pelo IBGE. O Seu Dinheiro fará uma entrevista ao vivo, às 11h, com Rafaela Vitoria, economista-chefe do Banco Inter, para comentar os resultados. Marque na agenda e participe dessa conversa com a gente!
Os cães ladram, mas a caravana passa. A bolsa começou o ano na lanterna do ranking dos investimentos, mas teve um belo mês de maio e não apenas recuperou as perdas como assumiu a segunda colocação entre as aplicações mais rentáveis de 2021. A Julia Wiltgen traz para você o ranking completo.
O que mexe com os mercados hoje? Além do PIB do primeiro trimestre, a agenda de indicadores reserva os dados da balança comercial e do índice do gerente de compras (PMI, na sigla em inglês). As expectativas são positivas, e com o exterior no azul, o Ibovespa tem espaço para testar novos recordes.
Mais uma empresa deve entrar na fila das ofertas de ações. A Raízen Combustíveis, fruto de parceria entre Cosan e Shell, vai pedir nos próximos dias registro para vender papéis preferenciais. Veja aqui mais informações sobre a operação.
O setor imobiliário continua bastante aquecido, e não só no segmento voltado para pessoas físicas. A Log Commercial Properties, empresa que tem os donos da MRV como principais acionistas, vendeu um ativo de quase 77 mil metros quadrados como parte da estratégia da empresa de reciclar o portfólio.
A Petrobras deu mais um passo no seu plano de vender ativos que estejam fora da estratégia de concentrar esforços em exploração e produção de petróleo. A estatal concluiu a venda da sua participação na usina eólica Mangue Seco 2. Confira os detalhes do negócio.
O governo tem sido bastante pressionado a aumentar sua atuação no socorro financeiro para minimizar os efeitos da pandemia. Ontem, quem sentiu essa pressão mais diretamente foi o secretário especial de Fazenda, Bruno Funchal, durante audiência no Senado.
Uma das assinaturas mais esperadas pelo mercado era a do presidente Jair Bolsonaro no decreto que regulamenta o novo marco do saneamento. E ela saiu logo na manhã desta terça-feira. Agora, as empresas terão os parâmetros para cumprir as metas de universalização dos serviços.
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A definição de “surpresa”, neste escopo, se refere a um evento para o qual o consenso de mercado atribui uma probabilidade igual ou inferior a 33%, enquanto, na nossa opinião, ele goza de uma chance superior a 50% de ocorrência