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No meu livro Os Jogadores (Editora Planeta), que se passa no mercado financeiro, o narrador e protagonista conta o momento em que Bernardo Figueira, o CEO do banco onde ele trabalha, teve a ideia de levar novas empresas para a bolsa de valores:
— Já recomendamos todas as ações possíveis — eu disse. — E todas elas subiram.
— Você está me dizendo que não existem mais ações na Bolsa para se comprar? — questionou Bernardo.
— Não exatamente. A Bolsa vai continuar em alta, não tenho dúvida. Mas o potencial não é mais o mesmo.
— Sim, as ações principais subiram muito. E quanto às outras? — insistiu.
— Já recomendamos a compra de todas as empresas que prestavam. E até as que não prestavam subiram.
— Deixe-me ver se entendi: você está me dizendo que temos investidores, mas faltam boas ações.
— Há boas ações, mas não a preços tão convidativos como antes. Se tivéssemos mais empresas para recomendar seria ótimo.
O diálogo é fictício, mas a situação é verdadeira. Retrata a febre de abertura de capital de empresas na bolsa brasileira a partir de 2004, uma das inspirações para o meu romance.
Como jornalista e escritor, acompanhei de perto todas as marés da bolsa nas últimas duas décadas. Mas o que aconteceu nesta sexta-feira na B3 eu não contei nem mesmo na ficção.
As ações da Mosaico (MOSI3), dona de sites de comparação de preço como o Buscapé, estrearam na bolsa com uma valorização de quase 100%! O típico desempenho dos IPOs que acontecem na bolsa norte-americana Nasdaq.
A alta da Mosaico foi tão avassaladora que até tirou parte do brilho da varejista de móveis online Mobly (MBLY3), que subiu “apenas” 25% no primeiro dia de negócios. Você confere mais detalhes sobre a estreia de gala das empresas na matéria da Jasmine Olga.
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