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É sempre bom ouvir o que Luiz Fernando Figueiredo tem a dizer. Em junho passado, quando falou com o Seu Dinheiro pela última vez, o ex-diretor do Banco Central e sócio-fundador da Mauá Capital praticamente cantou a bola de quais seriam os próximos movimentos da taxa básica de juros (Selic).
De lá para cá, o cenário se transformou radicalmente. Se por um lado a economia mostrou uma recuperação mais rápida do que o esperado, tivemos do outro um surpreendente repique da inflação e o risco de descontrole das contas públicas.
Figueiredo, porém, se mostra otimista com o chamado “balanço de riscos”, que no jargão da política monetária representa o conjunto das variáveis que influenciam a economia.
Na prática, isso significa que ele vê espaço para a bolsa seguir em trajetória de alta, empurrada pelo caminhão de estímulos fiscais promovido pelos governos em todo o mundo.
Curiosamente, o lado fiscal também pode ser o calcanhar de aquiles dos mercados em 2021, caso surjam novas ameaças ao cumprimento do teto de gastos.
Na entrevista que concedeu ao repórter Ivan Ryngelblum, o ex-diretor do BC também disse o que espera da reunião desta semana do Copom e da trajetória dos juros ao longo deste ano. Vale a leitura!
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