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"Foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma." A frase parece ter saído de um ambientalista, mas foi escrita por João no livro do Apocalipse, logo que a Terra é atingida por uma praga de gafanhotos.
As revelações de que o fim do mundo como o conhecemos está próximo costumam ser encaradas com pouco caso. Talvez porque a mensagem seja disseminada há tanto tempo que já tenha ficado batida.
Até mesmo os cientistas têm falhado na missão de conscientizar a população sobre os danos do homem ao planeta, por maiores que sejam as evidências.
Como o medo do fim do mundo não pareceu importante o bastante, os especialistas decidiram apelar para outro sentimento bem humano para provocar uma mudança de atitude: a cobiça.
Foi assim que surgiu o mercado de créditos de carbono. Grosso modo, trata-se de uma forma de premiar com dinheiro quem contribui para reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa na atmosfera.
Os créditos de carbono surgiram no fim dos anos 1990, mas começaram a ganhar tração apenas nos últimos anos. Com a piora das condições climáticas, governos e empresas aceleraram o comércio desses certificados.
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Como costuma ocorrer, o aumento da demanda fez as cotações dispararem. E como a adoção do mecanismo de créditos de carbono tende a crescer, a perspectiva é que esse movimento esteja apenas no início.
Em outras palavras: investidores como você podem ajudar a salvar o planeta e, por tabela, ainda ganhar dinheiro. Saiba como funciona esse mercado e veja três formas de investir em carbono nesta reportagem da Larissa Vitória.
A fila de IPOs na bolsa brasileira voltou a crescer. Com o avanço da vacinação e o desempenho melhor que o esperado da economia, algumas empresas decidiram aproveitar o embalo para levar adiante os planos de abrir o capital na B3. Conheça as companhias que querem ter você como sócio.
De um lado, os dados de inflação. Do outro, os Bancos Centrais. É no meio desta verdadeira partida de xadrez que os investidores precisam se posicionar. Após a divulgação do IPCA acima do esperado no Brasil, hoje é a vez de conhecermos o resultado do índice de preços ao consumidor nos EUA. Confira como deve ficar o tabuleiro dos mercados nesta quinta-feira.
Fórmula para entrar em novos mercados e ao mesmo tempo expandir o faturamento? A JSL parece ter encontrado a dela. A empresa de logística anunciou a quinta aquisição em menos de um ano, agora da Marvel (não é aquela que você está pensando). Veja os números e mais detalhes da operação.
A JBS pagou US$ 11 milhões em bitcoins aos hackers após a invasão cibernética dos seus sistemas. O CEO da gigante de alimentos nos EUA, Andre Nogueira, disse que o pagamento foi doloroso, mas foi a coisa certa a se fazer pelos clientes da empresa.
A Peugeot vai pagar 10 milhões de euros por suposta fraude nas emissões de diesel dos seus veículos entre os anos de 2009 e 2015. A montadora nega as acusações, mas sinaliza que vai cooperar com o judiciário francês para resolver o caso com rapidez.
Agora vai? As expectativas sobre a privatização da Eletrobras seguem altas. Na corrida contra o prazo de validade, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) sinalizou que o esforço é para votar na MP até a próxima terça-feira.
Foi dado o pontapé inicial da tramitação da reforma administrativa na Câmara. A proposta não deverá mexer em direitos adquiridos e só valerá para novos funcionários. Ainda assim, o relator da Comissão Especial promete “colocar o dedo na ferida”.
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Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
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