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Uma das coisas que aprendemos com essa pandemia é que, depois do apocalipse, provavelmente só restarão as baratas e a WEG.
A companhia catarinense já é bastante conhecida pela sua tradição de entregar resultados robustos, faça chuva ou faça sol, haja crise ou bonança. E no primeiro trimestre de 2021 não foi diferente.
Os números divulgados na manhã de hoje mostram que a especialidade da “afinada orquestra” da WEG, para usar a metáfora do meu colega Victor Aguiar, não são os concertos, mas as sinfonias.
Para quem não está por dentro dessa terminologia, nos concertos a orquestra acompanha um instrumento solista - por exemplo, piano, violino ou violoncelo. Mas nas sinfonias, todos os instrumentos tocam juntos na maior parte do tempo, com solos ocasionais de um ou outro.
E foi assim que os negócios da WEG se tornaram, aparentemente, “à prova de crises”. Nas suas diversas frentes de atuação, dentro ou fora do Brasil, o crescimento nas principais linhas do balanço foi bastante homogêneo.
Mesmo assim, as ações fecharam em queda hoje. Nesta matéria, o maestro Victor Aguiar traz uma análise dos resultados da WEG e explica por que, no fim do dia, os papéis penderam para o lado negativo.
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