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O Ibovespa fechou o mês de abril em alta e se aproxima das máximas históricas. Mas, apesar dos ganhos, o índice tem mostrado alguma hesitação
Um dos livros que mais me impressionaram neste ano foi "No ar rarefeito", de Jon Krakauer. Não é exatamente um lançamento — ele foi publicado em 1996 —, mas eu só tomei conhecimento recentemente, por recomendação de uma amiga. Pois cá estou eu passando a indicação adiante: é daquelas leituras que prendem e deixam desnorteado.
A sinopse dá uma ideia do que está por vir — e não há spoiler aqui, já que estamos falando de uma história real. Em 1996, uma expedição ao topo do Everest termina em tragédia após uma tempestade encurralar o grupo de escaladores acima dos 8.500 metros de altitude — a chamada 'zona da morte'.
Jon Krakauer, o autor do livro, foi um dos sobreviventes. E ele relata, com um nível impressionante de detalhes, as dificuldades para manter a sanidade num ambiente tão hostil. Em altitudes como essas, a mente se confunde e o corpo não obedece. E quem não possui treinamento rígido tende a tomar decisões ruins.
No caso do Everest, más escolhas podem custar a vida. Mas essa imagem, a da má avaliação de riscos numa área perigosa, pode ser estendida a outras situações dramáticas — e nada mais cheio de dramas que o mercado financeiro.
Veja o Ibovespa: estamos próximos do topo histórico, de 125 mil pontos. Mas, a cada vez que o índice parece focado numa escalada definitiva, há um momento de hesitação. E foi assim durante quase todo o mês de abril.
E não é para menos, dada a incerteza que ronda os mercados. Agitações em Brasília, desdobramentos da pandemia, sinalizações dúbias nos mercados externos — um ar rarefeito que dificulta a tomada de decisão. E, aqui, um ataque mal calculado ao topo pode ser fatal.
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A Jasmine Olga acompanhou todos os pregões de abril e te conta mais sobre a escalada do Ibovespa; o índice até avançou um pouco, mas ainda não retornou às máximas.
Aliás, aproveito o gancho do fechamento do mês para fazer um convite a todos vocês: o Vinícius Pinheiro, a Julia Wiltgen e eu conversamos mais cedo sobre os melhores e piores investimentos em abril — você pode acompanhar o nosso papo aqui.
Considerado o maior projeto de infraestrutura do país, o leilão da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) finalmente foi concluído — e não faltou emoção. Após uma quase suspensão na véspera do evento e disputas acirradas de lances, confira quais empresas saíram vitoriosas do certame.
A pandemia afetou duramente alguns setores econômicos e empresas brasileiras. A Le Postiche, tradicional marca de malas e bolsas, foi mais uma vítima desse cenário: com uma bagagem cheia de dívidas, a companhia teve que partir para a recuperação judicial.
Confusão com o chefe? Tô fora! Em sua primeira alteração de preços desde a chegada do general Joaquim Silva e Luna ao comando, a Petrobras anunciou que vai baixar o valor da gasolina e do diesel nas refinarias em cerca de 2%.
Fora alguns poucos pontos fora da curva, as últimas aberturas de capital têm sido desafiadoras para as empresas brasileiras. A Modalmais não fugiu ao padrão: o banco digital e plataforma de investimentos teve que aceitar um desconto no IPO e ainda amargou uma queda de 7% em sua estreia na B3.
A Infracommerce também tem sofrido para viabilizar sua abertura de capital. A empresa de soluções para o varejo já havia reduzido sua faixa indicativa de preços, mas teve que aceitar mais um corte e excluir a oferta secundária para seguir com a operação. Veja os novos valores.
O desemprego segue em alta no Brasil. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação chegou a 14,4%, o que representa 14,4 milhões de brasileiros sem trabalho no trimestre encerrado em fevereiro.
Parece que a ala política do governo não aprendeu nenhuma lição com a novela do Orçamento. O grupo se articula para recompor investimentos considerados vitrines eleitorais para o presidente Jair Bolsonaro e já recebeu um alerta de risco do Tesouro.
Os investidores ao redor do planeta fecharam os bolsos em 2020 e o fluxo global de recursos estrangeiros (IED) alcançou o menor nível em 15 anos. As boas notícias ficaram restritas à China, que ultrapassou os EUA como principal destino de capital gringo no mundo.
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