Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
A BOLSA HOJE

Esquenta dos mercados: Bolsas digerem tom agressivo do Federal Reserve e cenário local aguarda relatório da inflação do BC

A PEC dos precatórios deve ficar em segundo plano, enquanto os principais índices pelo mundo operam em alta após a reunião do Fomc

Jerome Powell ao lado de um gavião e uma andorinha: o futuro das bolsas depende do presidente do Banco CEntral dos EUA
Confira o que movimenta o Ibovespa hoje (16). Imagem: Federal Reserve / Montagem Andrei Morais / Shutterstock

O Federal Reserve anunciou: a festa do dinheiro na economia irá acabar com a retirada dos estímulos da economia no final de março já programada. Agora, os investidores esperam maiores informações sobre a alta nos juros, que só deve acontecer no segundo semestre do ano que vem, o que dá certo alívio às bolsas — por enquanto. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda nesta quinta-feira (16), a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE, em inglês) devem movimentar os negócios na Europa e consolidar um direcionamento “pós pandemia” dos BCs pelo mundo. 

No panorama doméstico, o relatório trimestral da inflação deve trazer a perspectiva do BC brasileiro para a economia em 2022 e o risco fiscal deve ser o grande protagonista da publicação.

No pregão de ontem, o Ibovespa dava indícios de fechar em queda, mas inverteu o sinal após a reunião do Fed e encerrou o dia com um avanço de 0,63%, aos 107.431 pontos. O dólar à vista, que chegou a superar a casa dos R$ 5,74, desacelerou, mas fechou em alta de 0,25%, a R$ 5,7080.

Confira o que deve movimentar a bolsa hoje: 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pós-Fed

O presidente do Banco Central americano, Jerome Powell, conseguiu tirar um peso das costas do mercado na última quarta-feira. A decisão de manter a taxa de juros entre 0% e 0,25% já era esperada pelo mercado, mas os investidores aguardavam maiores detalhes sobre a retirada de estímulos da economia (tapering).

Leia Também

ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO

Dividendos na conta ou na cota? Novo ETF aposta nas ‘vacas leiteiras’ do Ibovespa, mas sem pagar nada ao cotista

VAI PINGAR NA CONTA?

TRX Real Estate (TRXF11) coloca no radar dividendo extraordinário de até R$ 1,80 por cota

O Federal Reserve anunciou a retirada de estímulos, ao mesmo tempo em que Powell largou o discurso de inflação transitória. Entretanto, a alta nos juros não deve ocorrer “tão cedo quanto o tapering”, de acordo com o presidente do BC americano. 

De acordo com as perspectivas do Fed, devem acontecer três elevações de juros no ano que vem. Em setembro, última vez que as projeções foram revisitadas, a maioria dos 18 dirigentes via um aumento da taxa básica já em 2022. Até junho, as estimativas indicavam uma subida dos juros apenas em 2023.

Em outras palavras

A retirada de estímulos da economia já era esperada pelo mercado. Mesmo que aconteça antes, os investidores devem ajustar suas carteiras conforme o fechamento da torneira do dinheiro. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto à elevação dos juros, é esperado que ocorra uma procura pelos Treasuries, os títulos do Tesouro americano, e outros ativos mais seguros. Esse movimento deve refletir nas bolsas pelo mundo, em especial nos EUA.

Além disso, a saída de recursos de ativos de risco pode influenciar diretamente os países emergentes, como o Brasil, afirma João Beck, economista e sócio da BRA. O ciclo de juros baixos foi crucial para o avanço de ativos de risco como ações e criptomoedas, o que explica as Nova York rondarem as máximas históricas.

Mais Bancos Centrais

A Europa segue de olho na decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE, em inglês). Apesar do tom “pós pandemia” dos BCs pelo mundo, a variante ômicron ainda é uma preocupação geral dos investidores. 

Mesmo na decisão de juros e tapering do Fed, ainda existe um porém: se a pandemia continuar correndo solta, existe a possibilidade de os planos de voo serem alterados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Relatório trimestral da inflação

No panorama doméstico, a inflação volta ao plano central dos debates com o relatório trimestral da inflação (RTI), divulgado pelo Banco Central.

Após o BC elevar os juros e confirmar o tom mais agressivo (hawkish, no jargão do mercado), os investidores devem analisar as projeções do IPCA  e o que a instituição enxerga como risco fiscal para os próximos meses. 

A inflação para 2021 já superou o teto da meta de 5,25% e atingiu os 10,74% na última leitura. A reação do BC foi elevar os juros para 9,25% na última reunião do ano.

Depois da divulgação do RTI, o presidente do BC, Roberto Campos Neto,  e diretores Fabio Kanczuk (Política Econômica) e Fernanda Guardado (Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos) participam de uma coletiva coletiva sobre o relatório

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bolsas pelo mundo

O alívio gerado por Jerome Powell na tarde de ontem (15) fez os principais índices asiáticos fecharem em alta, apesar da variante ômicron ainda preocupar os investidores. A crise de liquidez na China ainda preocupa, mas os investidores a mantêm abaixo do radar. 

Na Europa, a espera da decisão de política monetária do BCE e do BoE não impede o avanço das bolsas por lá, que aceleraram a alta da abertura. 

Por fim, os futuros de Nova York também operam em alta na manhã de hoje, de olho nos pedidos de auxílio desemprego. 

Agenda do dia

  • FGV: IPC-S (8h)
  • Banco Central: Relatório Trimestral da Inflação (8h)
  • Banco Central: Presidente do BC, Roberto Campos Neto, e diretores Fabio Kanczuk (Política Econômica) e Fernanda Guardado (Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos) participam de coletiva do RTI (11h)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio desemprego (10h30)
  • Estados Unidos: Federal Reserve divulga produção industrial de novembro (11h15)
  • Estados Unidos: PMI composto preliminar de dezembro, PMI de serviços e PMI industrial (11h45)
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem criada por IA traz a bandeira do Brasil de fundo e um gráfico de ações em alta 2 de junho de 2026 - 14:27
Montagem do touro dourado encarando urso dourado na frente da B3 | Ibovespa 1 de junho de 2026 - 18:08
1 de junho de 2026 - 10:54
28 de maio de 2026 - 6:30
27 de maio de 2026 - 13:50
Shopping Pátio Maceió 27 de maio de 2026 - 11:28
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar