O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a crise entre os poderes ainda pior, a PEC dos Precatórios pode estar com os dias contados. Sem exterior para sustentar, Ibovespa pode recuar mais um dia
Depois de 7 de setembro, o 8 de setembro foi marcado pelas reações às ameaças do presidente da República aos demais poderes. A bolsa brasileira, como de costume, reagiu em queda ao tom mais duro do Congresso e, especialmente, do presidente do STF, ministro Luiz Fux. Pela frente, a inflação de agosto, a PEC dos precatórios e o exterior negativo devem ser o cenário perfeito para o Ibovespa cair mais um dia. Confira:
O cenário interno não é nada favorável para o Ibovespa. A queda de mais de 3% do pregão de ontem que o diga. Após as manifestações de 7 de setembro, a crise entre os Poderes ganhou um novo capítulo, agora com o Supremo Tribunal Federal (STF) aumentando o tom contra o presidente da República, Jair Bolsonaro.
Por si só, as palavras mais duras devem ter pouco efeito no dia a dia do Palácio do Planalto. Mas nesta quinta-feira (09), o secretário especial de Tesouro e Orçamento, Bruno Funchal, deve participar de sessão na Câmara dos Deputados sobre a PEC dos precatórios.
Essa medida é essencial para que o governo consiga abrir espaço no Orçamento para 2022 e oferecer um Bolsa Família, agora chamado de Auxílio Brasil, maior. Entretanto, será o STF quem deve julgar a validade dessa proposta de emenda à constituição em última instância, o que pode frustrar os planos do governo.
A crise política deve seguir golpeando fortemente a bolsa brasileira, mas um outro gancho de esquerda também deve levar nossa heroína para baixo. Ainda hoje, o IBGE deve divulgar o IPCA de agosto, e as previsões são de uma nova alta no índice.
De acordo com projeções dos especialistas ouvidos pelo Broadcast, a inflação deve subir 0,70% na comparação mensal da mediana das expectativas. Na base anual, o IPCA deve avançar para 9,50% ao ano, bem acima do centro da meta estipulada pelo Banco Central (3,75%) e acima do teto da meta (5,25%).
Leia Também
Também vale acompanhar a greve dos caminhoneiros. Pelo menos 15 estados registram bloqueio total ou parcial das estradas.
A vida do investidor internacional também não está no melhor dos mundos. Na tarde da última quarta-feira (08), foi divulgado o Livro Bege, publicação do Federal Reserve que traz as perspectivas para a economia dos Estados Unidos. E o horizonte não é dos melhores.
O documento afirma que a retomada econômica dos EUA está em ritmo mais desacelerado do que o esperado. O avanço da variante delta do coronavírus, a falta de insumos e de mão de obra pressionam para um reaquecimento das atividades.
Alguns analistas internacionais afirmam que o Banco Central americano já esticou a corda do emprego até onde podia. A situação do desemprego nos EUA segue igual, enquanto a inflação e a curva de juros disparam com a política de compra de ativos do Fed.
O tapering, a retirada desses estímulos, deve acontecer até o final deste ano, mesmo (um pouco) a contragosto do presidente do Fed, Jerome Powell.
Por falar em retirada de estímulos, a Europa segue de olho na decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). Os olhos estarão voltados para a frase da presidente do BCE, Christine Lagarde, sobre a postura da instituição financeira frente ao novo momento da economia mundial
Os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos devem compor o panorama internacional, enquanto o investidor ajusta suas posições frente às novas perspectivas econômicas do Federal Reserve.
Na Europa, as bolsas devem refletir a decisão de política monetária do BCE. Ficam no radar os números de estoques de petróleo dos EUA e as falas de dirigentes do Fed ao longo do dia.
Os principais índices asiáticos encerraram o pregão de hoje sem direção definida, contaminados pelo pessimismo em Nova York. O avanço da inflação na China também pressionou as bolsas da região. Os preços ao produtor subiram acima do esperado, mas o índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês), caiu em relação às projeções.
Já na Europa, as principais praças operam em baixa antes da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). A expectativa é de que a autoridade reduza os estímulos para a economia da Zona do Euro.
Por fim, os futuros de Wall Street apontam para uma abertura em queda após o Federal Reserve divulgar, na tarde de ontem (08) o Livro Bege, que trouxe uma piora nas projeções para a economia dos Estados Unidos.
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora