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A OMS confirmou que a nova variante é preocupante, aumentando a aversão ao risco nas bolsas americanas
O pregão de sexta-feira pós Dia de Ação de Graças é tradicionalmente mais curto nos Estados Unidos, mas isso não foi o suficiente para que as bolsas americanas escapassem do pânico que tomou conta do mercado após a descoberta de uma nova variante na África do Sul.
Perto do fechamento do mercado americano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a nova variante, batizada de “Omicron”, é preocupante e sugere um risco aumentado de reinfecções.
Diversos países ao redor do globo já começam a fechar as fronteiras e impedir a entrada de passageiros vindos de diversos países africanos, ressuscitando o temor de que as medidas de restrição mais severas adotadas no pior momento da pandemia voltem a ser necessárias.
Assim, as bolsas americanas fecharam o dia em queda superior a 2%. Vale lembrar que por conta do feriado local, Wall Street teve funcionamento limitado. O resultado foi pressionado pela queda de mais de 10% no preço do barril de petróleo.
Com a covid-19 novamente no centro das atenções, os olhares se voltam mais uma vez para as empresas desenvolvedoras de vacinas contra a doença — Moderna, Pfizer, BioNTech e Johnson.
Ainda não se sabe se os imunizantes que estão no mercado são efetivos, mas os testes já começaram e os resultados devem ser conhecidos nas próximas semanas. Antes mesmo da resposta, os investidores voltam a apostar nas companhias de biotecnologia e as ações disparam.
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Em Wall Street, as ações da Moderna (MRNA) fecharam o dia em alta de 200%, enquanto a Pfizer (PFE) teve um avanço mais modesto de 6%. A BioNTech (BNTX) avançou 14,19%
No Brasil, essas companhias podem ser negociadas por meio de seus BDRs (Brazilian Depositary Receipts), que representam os papéis na B3. A valorização dos ativos acompanha o movimento visto no exterior. Confira as cotações do dia:
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