🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO

Temor com variante delta e tombo do petróleo esfriam os negócios e pressionam o Ibovespa; dólar sobe mais de 2%

A bolsa brasileira conseguiu fechar longe das mínimas, mas ainda assim recuou 1,24%, a R$ 124.394 pontos. O dólar foi a R$ 5,25, em alta de mais de 2%

Jasmine Olga
Jasmine Olga
19 de julho de 2021
18:30 - atualizado às 18:58
homem na tempestade, vento
Imagem: Shutterstock

A frente fria que voltou a tomar conta de São Paulo disputou espaço com o tempo fechado dos mercados globais nesta segunda-feira (19). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que prometia ser uma garoa fina armou o que pode acabar gerando uma grande tempestade com aversão ao risco em alta, derretimento das commodities e dólar em alta com a busca de proteção ao redor do mundo. 

A nuvem mais carregada é a que carrega as notícias com relação ao avanço da variante delta do coronavírus pelo mundo. Diversos países europeus, região que conta com uma campanha de vacinação adiantada, registram aumento expressivo no número de infectados pela nova e mais transmissível variante da covid-19. 

Ainda que o número de óbitos e hospitalizações se mantenha estável, o futuro é incerto. Não se sabe qual o verdadeiro potencial das vacinas para conter o avanço da nova cepa e se os países precisarão adotar novas medidas de isolamento social e lockdowns, assim como nas primeiras ondas da pandemia. 

As bolsas americanas puxaram a queda dos principais índices ao redor do globo. O S&P 500 caiu 1,58%, o Nasdaq recuou 0,9% e o Dow Jones fechou em queda de 2,09%. O VIX, considero o termômetro do medo em Nova York, disparou quase 22%. O resultado foi um dólar mais forte em escala global. Por aqui, o dólar à vista teve alta expressiva de 2,64%, a R$ 5,2506. No mês, o avanço da divisa é de 5,58%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A preocupação com o que a variante delta pode causar não se resume apenas a uma pressão no câmbio e uma fuga dos ativos de risco. Mesmo com a demanda incerta, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) chegou a um acordo para aumentar a produção da commodity em 400 mil barris por dia, a 3,5 milhões, já no mês que vem, finalizando um impasse que se arrastava por mais de uma semana. 

Leia Também

Mas o momento talvez não tenha sido dos melhores. Com novos temores sobre o futuro da economia global, tanto o petróleo WTI quanto o Brent recuaram cerca de 7%. Com grande peso no Ibovespa, a queda de 3% da Petrobras - que desacelerou para fechar o dia com um recuo de 1% - contribuiu negativamente para o índice. 

Acompanhando o mercado asiático, europeu e americano, o principal índice da bolsa brasileira chegou a cair mais de 2%, mesmo que a variante ainda não seja um problema tão grande por aqui. A bolsa brasileira reduziu o ritmo na reta final, fechando em queda de 1,24%, a 124.394 pontos. 

Entre nuvens

Para Rafael Passos, sócio e analista da Ajax Capital, o temor do mercado com a variante delta esconde outras preocupações e acabou servindo de pretexto para que as bolsas globais realizassem parte do lucro após as recentes altas e renovação de topo histórico - principalmente nas bolsas americanas. Uma realização que, de certa forma, é natural, mas que camufla um temor maior. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O céu encoberto esconde as desconfianças de que a economia global se recupera em ritmo satisfatório e uma variante desconhecida pode levar por água abaixo a frágil recuperação desenhada nos últimos meses. 

Nesse momento, os olhos se voltam para os bancos centrais em todo mundo. Enquanto nos Estados Unidos a inflação pressiona o Federal Reserve a iniciar as discussões para a retirada de estímulos, a China acabou indo na contramão. Recentemente, o país asiático reduziu os compulsórios, alimentando o temor de que estímulos no longo prazo ainda são necessários e que o ritmo de crescimento atual pode não ser sustentável.

Dado o nível de valuation atual das bolsas, Passos acredita que podemos ver mais movimentos de realização pela frente “ Hoje mercado fica atento a qualquer sinal de desaceleração que a gente possa ter, e qualquer sinal de mudança no direcionamento monetário. Aqui, os ativos começam a ficar em ponto mais interessante para voltar a alocação mais forte se tiver quedas adicionais”. 

Despressurização

Enquanto bolsa e câmbio sangravam, o mercado de juros futuros foi na direção contrária. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os riscos inflacionários nos Estados Unidos, Europa e Brasil seguem sendo monitorados e um alívio nas commodities acaba tirando parte do peso dos últimos meses. Mas, para Passos, o movimento de hoje segue a tendência observada nas últimas semanas de desinclinação. 

Além disso, por aqui podemos esperar algum sossego vindo de Brasília.O Congresso está em recesso parlamentar, o que deixa os negócios locais mais suscetíveis a seguir os seus pares internacionais, afastando momentaneamente riscos como a CPI da covid-19 e a reforma tributária. Confira as taxas do dia:

  • Janeiro/22: de 5,79% para 5,77%
  • Janeiro/23: de 7,25% para 7,19%
  • Janeiro/25: de 8,20% para 8,17%
  • Janeiro/27: estável em 8,60%

Sobe e desce

Poucas empresas operaram em alta na sessão desta segunda-feira. O principal destaque ficou com as ações da Rumo, que destoaram da aversão ao risco generalizada. A companhia anunciou na tarde de hoje que tem interesse em participar do edital do governo do Mato Grosso para a construção de duas ferrovias, com um valor estimado em R$ 12 bilhões. Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEVALORVAR
RAIL3Rumo ONR$ 20,872,00%
LWSA3Locaweb ONR$ 26,361,38%
ENBR3Energias do Brasil ONR$ 17,880,39%
TIMS3Tim ONR$ 11,890,34%
JBSS3JBS ONR$ 28,690,24%

Na ponta contrária, a Lojas Americanas e a recém criada holding Americanas S.A  dominaram os maiores recuos do dia, em um movimento de ajuste após a fusão da B2W e alguns ativos de LAME3/4. Na sequência, a PetroRio acompanhou o recuo expressivo do petróleo. Confira:

CÓDIGONOMEVALORVAR
LAME4Lojas Americanas PNR$ 7,99-7,74%
AMER3Americanas S.AR$ 63,16-7,12%
LAME3Lojas Americanas ONR$ 7,77-6,61%
PRIO3PetroRio ONR$ 18,02-4,40%
VVAR3Via Varejo ONR$ 14,05-3,77%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar