🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO DA SEMANA

Powell guia um Fed dessincronizado e traz ruído e cautela aos mercados; dólar recua mais de 2% na semana e Ibovespa volta aos 125 mil pontos

Enquanto o parlamento brasileiro entra em recesso, o mercado internacional ganha ares cada vez mais cautelosos. Dados frustrantes da economia americana fizeram o Ibovespa recuar 1,18%, de volta aos 125 mil, enquanto o dólar se manteve estável em R$ 5,11

Jasmine Olga
Jasmine Olga
16 de julho de 2021
19:11 - atualizado às 19:54
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, guiando os mercados

Não é raro ver a alcunha de ‘maestro’ sendo utilizada para definir o trabalho feito por Jerome Powell, presidente do banco central da maior economia do mundo. O significado é duplo. De um lado, temos Powell, comandante do Fed. Do outro, comandante dos movimentos do mercado financeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não importa onde e quando é o evento, os olhos dos investidores sempre estarão atentos aos movimentos do presidente do BC americano, com o mercado financeiro reagindo em tempo real ao tom de suas palavras. Parece, no entanto, que Powell está conduzindo uma orquestra cada vez mais dessincronizada. 

Os dados de inflação nos Estados Unidos voltaram a assustar o mercado nesta semana, vindo pelo terceiro mês consecutivo acima do esperado. Primeiro, foi o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) que subiu 0,9% em junho ante maio. No dia seguinte foi a vez do índice de inflação ao produtor (PPI) subir 1% no período. 

Powell teve uma agenda cheia em Washington nesta semana e aproveitou para endereçar o problema da inflação múltiplas vezes e, em certa medida, até mesmo se contradizer. O presidente do Fed acabou assumindo que a alta da inflação preocupa e pode se tornar um desafio para o BC, mas garantiu que os estímulos se manterão até que o país alcance o pleno emprego e as metas de inflação e que ainda não é hora de discutir a redução do ritmo de compra de ativos. 

Mas isso não é o que pensam todos os membros do comitê de política monetária do Fed. Para Nicolas Borsoi, economista da Nova Futura Investimento, embora a política monetária de fato se mantenha inalterada, o discurso dos dirigentes fica cada vez menos consensual, levantando dúvidas sobre a transitoriedade da inflação e o futuro dos estímulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Preocupa no sentido não só do Fed ter que reduzir estímulos, mas quando a gente pega o dado de confiança divulgado hoje vemos que a elevação dos preços já começa a afetar a forma que as famílias americanas estão consumindo”. 

Leia Também

A sinfonia fora de tempo do Fomc traz grande volatilidade aos mercados. No começo do dia, as bolsas até tentaram reagir com entusiasmo bom número do varejo americano, mas os dados mistos da economia aumentaram a cautela dos investidores. Cautela essa que deve persistir refletindo na bolsa brasileira agora que o recesso parlamentar esvaziará as discussões em Brasília. 

Marcio Lórega, gerente de research do Pagbank, lembra que as bolsas americanas registraram seguidos recordes nas últimas semanas, o que acaba tirando um pouco do brilho até mesmo da temporada de balanços do segundo trimestre, que já começa a ganhar força no exterior. Após a reação negativa ao sentimento do consumidor, as bolsas americanas não conseguiram se recuperar totalmente. O Nasdaq teve uma queda de 0,80%, o S&P 500 caiu 0,75% e o Dow Jones recuou 0,86%.

O Ibovespa acompanhou e fechou o dia em queda de 1,18%, aos 125.960 pontos. Os bons ventos do começo da semana garantiram um saldo positivo no período e o principal índice da bolsa avançou 0,42%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a cautela reinando no exterior, as moedas emergentes acabaram conseguindo engatar um movimento de recuperação. Por aqui ainda tivemos um alívio na pressão do câmbio com um texto repaginado da reforma tributária e a intensa entrada de fluxo estrangeiro no país para a participação em IPOs.

Em dia de grande volatilidade, o dólar à vista fechou estável, com leve recuo de 0,01%, a R$ 5,1154, mas na semana a queda foi de 2,36%. Já o mercado de juros aproveitou para devolver parte do prêmio dos últimos dias. Confira as taxas do dia:

  • Janeiro/22: de 5,81% para 5,79%
  • Janeiro/23: de 7,30% para 7,25%
  • Janeiro/25: de 8,28% para 8,20%
  • Janeiro/27: de 8,67% para 8,60%

Não ficou no passado

Outro fator que ajuda a explicar o crescimento da cautela global está na pandemia do coronavírus. Embora muitos países já celebrem o “fim” da questão sanitária, a variante delta do vírus tem trazido preocupação e volta a inflar o número de casos registrados pelo mundo. 

Até o momento, a percepção é que a cobertura vacinal é suficiente para segurar o número de óbitos pela doença, mas ainda é cedo para saber o potencial devastador das novas cepas da covid-19 e se novas medidas de isolamento social precisarão ser adotadas. Para o economista da Nova Futura, uma reviravolta no quadro da pandemia é quase improvável, “mas dado que existe essa possibilidade, os investidores vão ser mais cautelosos”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com a demanda incerta e o impasse em torno da produção de petróleo por parte da Opep+, as cotações da commodity ficam pressionadas, o que pesa no Ibovespa com a queda da Petrobras. 

Pausa para um respiro

Com o presidente Jair Bolsonaro afastado das atividades políticas para tratamento de saúde e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada, que mesmo com polêmicas garantiu o recesso parlamentar, os próximos dias prometem ser de maior calmaria na capital federal, o que dá ainda mais destaque para a situação que se desenrola lá fora.

Voltando para o Brasil, o Congresso Nacional só volta do recesso parlamentar no dia 31, mas, até lá, os ruídos em torno da reforma tributária devem seguir em alta. Nesta semana, o relator da pauta, Celso Sabino, conseguiu reverter parte da resistência com relação à pauta. 

No substitutivo apresentado, o deputado manteve a isenção para rendimentos de fundos imobiliários no imposto de renda, um dos pontos mais delicados da proposta. Além disso, a alíquota do IRPJ deve ir de 15% para 2,5% até 2023, como forma de compensar a tributação de dividendos, mantida em 20%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas ainda há nós que precisam ser desatados. A proposta de financiar a redução do IRPJ com o fim de isenções fiscais setoriais ainda promete causar dor de cabeça. O que também não deve ser bem digerido nos próximos dias é justamente a LDO de 2022.

O texto, que agora segue para sanção presidencial, prevê um déficit primário nas contas públicas de R$ 170 bilhões e aumentou o limite de verbas para o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões, cifra que gera desconforto.

Sobe e desce

A notícia de que o Grupo Soma deverá realizar uma oferta de ações de até R$ 750 milhões impulsionou as ações da Cia. Hering nesta semana. A cifra obtida deve ser utilizada justamente no pagamento da aquisição da Hering, que foi aprovada pelo Cade no início de julho. 

Já a JHSF repercutiu os bons números da sua prévia operacional e a compra de uma área adicional ao Complexo da Boa Vista por R$ 140 milhões. O Magazine Luiza também foi às compras e entrou de vez no ramo de games, com a aquisição da KaBuM, em uma transação bilionária. Confira as maiores altas da semana:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMEULTVARSEM
HGTX3Cia Hering ONR$ 40,6014,11%
JHSF3JHSF ONR$ 7,7812,27%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 23,909,03%
BIDI11Banco Inter unitR$ 82,088,04%
CSAN3Cosan ONR$ 26,447,26%

Com o recuo do câmbio e do preço da celulose, Suzano e Klabin acabaram sofrendo as maiores baixas do período. Confira as principais quedas:

CÓDIGONOMEULTVARSEM
SUZB3Suzano ONR$ 56,35-7,59%
PRIO3PetroRio ONR$ 18,85-3,73%
KLBN11Klabin unitsR$ 26,00-3,70%
EMBR3Embraer ONR$ 17,54-3,68%
PETR3Petrobras ONR$ 27,17-3,52%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

O BTG Pactual realizou apenas uma troca na sua carteira de ações para o mês de fevereiro. O banco retirou a Vale (VALE3), que deu lugar para Axia Energia (AXIA6). Além disso, os analistas também aumentaram sua posição em Caixa Seguridade (CXSE3), de 5% para 10%, e reduziram em B3 (B3SA3), de 10% para 5%. A carteira tem como objetivo […]

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar