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Forte valorização nos últimos dias e conflito entre democratas e republicanos em torno do teto da dívida nos Estados Unidos impulsionam o movimento
Os temores com a economia chinesa e a pressão nos juros americanos levaram o dólar a disparar 6% em setembro, mas a moeda americana começa outubro com uma desvalorização em escala global.
Por aqui, a moeda americana fechou o dia em queda de 1,42%, aos R$ 5,3691, um avanço de 0,47% na semana. O comportamento de queda é visto contra as principais moedas globais, mas o real é uma das divisas que mais se valoriza nesta sexta-feira (01).
Além do movimento de correção após a pressão dos últimos dias, a divisa sofre o impacto de algumas notícias específicas. Para Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos, um dos fatores que pressionam a moeda para baixo é um alerta da agência de risco Fitch sobre a possibilidade de reclassificação da nota de crédito do país.
Nos últimos dias, os Estados Unidos assistiram a um grande embate no Congresso. O governo democrata de Joe Biden tenta aumentar o teto da dívida do país para evitar a paralisação da máquina pública, mas a medida acabou virando uma disputa entre os dois partidos que controlam o Legislativo.
O Senado americano aprovou uma medida emergencial para resolver a questão, mas o mercado ainda aguarda uma solução definitiva.
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O cessar-fogo no Líbano e a abertura do Estreito de Ormuz pelo Irã derrubaram o petróleo, que já chegou a cair 14% nesta sexta-feira (17), e mexeu com as bolsas aqui e lá fora
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII