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Forte valorização nos últimos dias e conflito entre democratas e republicanos em torno do teto da dívida nos Estados Unidos impulsionam o movimento
Os temores com a economia chinesa e a pressão nos juros americanos levaram o dólar a disparar 6% em setembro, mas a moeda americana começa outubro com uma desvalorização em escala global.
Por aqui, a moeda americana fechou o dia em queda de 1,42%, aos R$ 5,3691, um avanço de 0,47% na semana. O comportamento de queda é visto contra as principais moedas globais, mas o real é uma das divisas que mais se valoriza nesta sexta-feira (01).
Além do movimento de correção após a pressão dos últimos dias, a divisa sofre o impacto de algumas notícias específicas. Para Bruno Madruga, head de renda variável da Monte Bravo Investimentos, um dos fatores que pressionam a moeda para baixo é um alerta da agência de risco Fitch sobre a possibilidade de reclassificação da nota de crédito do país.
Nos últimos dias, os Estados Unidos assistiram a um grande embate no Congresso. O governo democrata de Joe Biden tenta aumentar o teto da dívida do país para evitar a paralisação da máquina pública, mas a medida acabou virando uma disputa entre os dois partidos que controlam o Legislativo.
O Senado americano aprovou uma medida emergencial para resolver a questão, mas o mercado ainda aguarda uma solução definitiva.
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Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
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Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
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Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
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A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas