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Depois da “Declaração à Nação” publicada por Jair Bolsonaro, expectativa é que a semana seja mais tranquila; lá fora, os mercados ficam atentos à divulgação do relatório mensal da Opep
As ações caíram hoje, segunda-feira (13), na maioria das bolsas asiáticas, depois que os índices de Wall Street terminaram em queda na semana passada. Apesar de abaixo das expectativas, o Japão informou que seus preços no atacado para o mês de agosto estavam perto de seu recorde em 13 anos, aumentando os receios com a inflação enquanto o país se prepara para uma transição de liderança. Regulações chinesas também trazem preocupação.
Os investidores farão um teste nesta semana, enquanto aguardam que o relatório sobre os preços para o consumidor dê uma leitura sobre as tendências da inflação em agosto.
Lá fora, o calendário econômico também inclui atualizações sobre manufatura, pedidos de seguro-desemprego, sentimento do consumidor e um relatório de vendas no varejo de alto nível. A Europa inaugura a semana em alta, acompanhada pelos futuros dos EUA.
A ver...
Embora tenha apresentado números em linha com o que podia se esperar de um movimento sem liderança centralizada na figura de uma terceira via, as manifestações do dia 12 de setembro foram fracas relativamente às do dia 7, esvaziando a possibilidade de impeachment, principalmente depois da “Declaração à Nação” escrita pelo ex-presidente Temer, que salvou Bolsonaro de mais fritura por parte dos Poderes.
Resta agora ver se essa paz instaurada por Temer ajudará o governo a destravar sua pauta econômica, com itens como a PEC dos Precatórios e a reforma administrativa.
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O governo ganha com a harmonia entre os Poderes, uma das coisas de que o mercado sentiu falta neste trimestre enquanto fazia as contas da reforma do IR, que tem uma série de problemas e deve cair por terra em grande parte no Senado, e da questão dos precatórios.
Ainda há espaço para um resgate da agenda de Guedes, ao menos em um grau tímido, de modo a aprimorar a aderência dos fundamentos verificados na economia real e na performance dos ativos de risco, que afundaram com as pressões fiscais e políticas.
Neste mês de setembro, os membros do Congresso dos EUA têm falado bastante sobre o teto da dívida, que precisaria ser revisado para comportar os gastos planejados pelo governo Biden.
Tensões de expansionismo fiscal já são observadas há algum tempo, principalmente se não houver uma contrapartida em aumento de impostos. A solução costuma ser jogar na conta da inflação.
Por enquanto, a maior parte dos legisladores segue acreditando que a inflação neste ano seria temporária e resultado da recuperação da economia.
Por sinal, tais pressões sobre os preços aumentam a probabilidade de que o Federal Reserve e outros bancos centrais possam agir mais cedo para aumentar as taxas de juros dos níveis muito baixos em que foram mantidos para ajudar a evitar os piores impactos da pandemia.
A inflação no atacado dos EUA, por exemplo, subiu 8,3% no mês passado a partir de agosto de 2020, a maior alta anual desde 2010, no início da série histórica.
Mais uma vez, os mercados chineses estão reagindo às regulamentações governamentais adicionais no setor de tecnologia.
Há quem diga, por outro lado, que o aumento da regulamentação provavelmente será uma resposta global às consequências sociais das mudanças estruturais provocadas pela pandemia, além de endereçar a questão dos grandes monopólios de tecnologia que surgem nos EUA e ao redor do globo; neste caso, a China estaria apenas se antecipando neste debate.
Vale notar que a preocupação tem se intensificado nas últimas semanas com a possibilidade de um maior aperto regulatório na China, especialmente após as novas regras que forçaram as empresas de reforço escolar a se tornarem sem fins lucrativos.
Majoritariamente, o mercado ainda não espera que a China introduza restrições tão rígidas em outros setores, uma vez que as ações regulatórias têm sido direcionadas a atacar monopólios ou proteger os trabalhadores.
Ainda assim, mais restrições são possíveis em partes da nova economia, juntamente com setores socialmente sensíveis, como propriedade e saúde — a China pode ainda estar atrás de seus pares do mercado desenvolvido em regulamentações sobre privacidade e segurança de dados. Assim, no curto prazo poderá até haver pressão, mas, no médio e no longo, é possível manter as perspectivas positivas.
A agenda desta segunda-feira (13) é um pouco esvaziada. No âmbito político brasileiro, o presidente Jair Bolsonaro se reúne com alguns ministros, com destaque para Carlos França, das Relações Exteriores, às 14h30.
Outros dois destaques do dia são a reunião do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para votar a versão final do edital do 5G e as comissões de Agricultura e Reforma Agrária e de Meio Ambiente do Senado, que realizam audiência pública sobre regularização fundiária.
Lá fora, os mercados ficam atentos à divulgação do relatório mensal da Opep, que poderá trazer volatilidade para o mercado de petróleo.
Temos também o discurso da presidente do BCE, Christine Lagarde, na conferência internacional de Aspen, nos EUA — novidades sobre aperto monetário serão observadas, principalmente depois do movimento da semana passada. À noite, a China divulga seus dados de investimento estrangeiro direto para o mês de agosto.
Para variar, a interrupção da cadeia de suprimentos provocada pela pandemia está de volta às manchetes. Embora a oferta de alguns produtos tenha sido de fato reduzida, a produção global de manufatura está perto de seu recorde histórico, o que nos indica que este não é um problema de menor oferta, mas, sim, de um desequilíbrio entre oferta e demanda.
Por exemplo, em 2021, as economias desenvolvidas experimentaram duas tendências de consumo. Em primeiro lugar, os consumidores gastaram as suas economias acumuladas durante os lockdowns, enviesando os dados observados nos setores de bens em vez de serviços.
Isso levou a um nível extraordinário de demanda de bens (os gastos dos consumidores americanos com bens duráveis estão cerca de 25% acima da tendência).
Neste caso, a demanda sobrecarregou a oferta. O aumento da demanda, porém, é temporário. A poupança se esgota e as pessoas voltam a gastar com serviços, o que nos traz à segunda tendência de consumo.
Consequentemente, os preços subiram nas economias do mundo, à medida que problemas na cadeia de suprimentos, gargalos de transporte e outras interrupções decorrentes da pandemia impedem o retorno ao crescimento normal.
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