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A última atualização, preço e as várias utilidades da blockchain do éter são alguns dos motivos dessa alta
O segundo lugar pode não parecer tão glorioso quando se trata de uma olimpíada. “A vida é maratona, não corrida de cem metros”, já me disseram. Mas na competição das criptomoedas, disputar o pódio é sempre um desafio acirrado.
Nesse cenário, a segunda principal criptomoeda do mercado vem surpreendendo os especialistas. O Éter ou Ethereum (ETH) registrou um novo recorde histórico de preço, atingindo os US$ 4.126,01 nesta segunda-feira (10). Só hoje, a moeda acumula alta de 7,49%, mas quando olhamos na comparação mensal, a disparada é ainda maior: 33,16%.
Para se ter uma ideia, a principal criptomoeda do mercado, o bitcoin avança 0,38% hoje e cai 0,71% esta semana. Evidentemente, ao preço de US$ 57.521,61, é difícil fazer uma maior comparação entre as duas.
Mas aqui vão alguns fatos que estão contribuindo para o avanço do ethereum no mercado de criptomoedas:
Recentemente, a rede do ethereum foi atualizada, trazendo algumas mudanças que beneficiaram a criptomoeda. Para começar, as mudanças na política de mineração passaram a favorecer os mineradores. A adoção mais abrangente do sistema de proof of stake (PoS) e a redução do uso do proof of work (PoW) permitiram que mais ETH fosse minerado sem a necessidade de um grande poder computacional ou energia elétrica. Conheça mais sobre a mineração clicando aqui.
Outras alterações, como estrutura da rede e no algoritmo de consenso, também abriram as portas para um uso mais amplo dessa criptomoeda.
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André Franco, especialista em criptomoedas da Empiricus, chegou a fazer uma postagem comentando sobre a alta do éter. "A proposta de melhoria faz parte do hard fork London, previsto para julho, que pretende entregar uma significativa redução nas taxas e tornar o ativo deflacionário", comenta.
Em outras palavras, isso significa que o éter colocado em rede não será suficiente para suprir a demanda. Quando o momento deflacionário chegar, ele influenciará diretamente o preço do ETH.
Esse fator pode pesar para a maioria dos investidores. Ao mesmo tempo em que apostar em um investimento de alto risco como criptomoedas pode trazer lucros astronômicos, ninguém quer colocar dinheiro em algo que não conhece.
Apesar de o bitcoin ser a criptomoeda mais conhecida, popular e sólida do mundo, pagar US$ 57 mil (aproximadamente R$ 333 mil) pode estar fora da realidade de alguns. E o éter custa apenas 7,1% do valor do bitcoin, mesmo com o novo recorde. Por US$ 4.100 (aproximadamente R$ 21.300) é possível investir em um dos projetos tidos como mais sólidos de criptomoeda do mercado, de acordo com especialistas.
Assim como na jardinagem, o momento certo para plantar ou colher alguma planta influencia muito na qualidade do produto. O momento das altcoins, as moedas alternativas ao bitcoin, é propício para a compra de criptomoedas mais baratas e com chance de crescer nos próximos meses.
Chamado de altseason, esse momento ocorre quando o preço do bitcoin volta a subir após uma queda vertiginosa, como a que aconteceu no mês passado. Essa retomada influencia diretamente nas demais criptomoedas. Assim como em uma carteira equilibrada, investir em projetos mais arriscados visando o lucro pode gerar ganhos astronômicos.
Da mesma maneira, manter o dinheiro em outras criptos mais sólidas e com estabilidade também pode amenizar as quedas vertiginosas.
Por fim, a popularização dos NFTs, ou tokens não fungíveis, também contribuiu para uma maior utilização da rede do ethereum. Os populares NFTs (você pode conferir mais sobre eles clicando aqui) são transacionados dentro da blockchain do éter.
E não podemos dizer que os NFTs movimentam pouco dinheiro. Os cinco mais caros já vendidos estão na casa dos milhares de dólares. Só os dois principais e mais conhecidos produtores e disseminadores de NFTs, o LarvaLabs e o CryptoPunks, já somam um valor de mercado de US$ 448 bilhões, de acordo com o CoinMarketCap.
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