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A Nasdaq vai “clonar” seus papéis para serem representados por tokens em uma “bolsa de criptomoedas”
Você conhece as ações como uma representação do capital de uma empresa. E se os papéis, que hoje são negociados nas bolsas de valores, pudessem ser replicados dentro de um ambiente tecnológico paralelo como se fossem criptomoedas?
Seguindo a onda do novo filme Matrix, a bolsa norte-americana de Nasdaq passará a oferecer produtos focados em ações tokenizadas. Em outras palavras, será possível criar uma “bolsa em criptografia”, de acordo com a empresa.
O Nasdaq Market Data Feeds, em parceria com a Finnhub e a Tiingo, ambas empresas de tecnologia em mercado financeiro, pretendem ampliar o alcance dos serviços da DeFiChain, uma blockchain focada em negociações de DeFis, as finanças descentralizadas.
A DeFiChain irá oferecer, dentro de sua plataforma, uma “cópia” das ações listadas na Nasdaq, como Apple, Tesla, Amazon e GameStop, em forma de tokens correspondentes, lastreados em criptomoedas.
Desta forma, o investidor poderá investir diretamente na blockchain sem a necessidade de um home broker (o aplicativo de negociação das corretoras), de acordo com a empresa.
Entrando na Matrix, ou, melhor dizendo, na blockchain da DeFiChain, as ações passam a ser representadas na forma de tokens.
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Assim como as criptomoedas, essas ações tokenizadas poderão ser compradas de maneira fracionada. Os pagamentos serão processados com a moeda digital nativa da blockchain do DeFiChain, a chamada DFI. Entretanto, os desenvolvedores não descartam a possibilidade de utilizar outras criptos com a expansão das atividades.
Além de replicar o preço e o valor de mercado de uma ação, esses tokens podem ser negociados durante as 24h de todos os dias, ao contrário do que acontece nas bolsas, que têm horários de abertura e fechamento e não funcionam nos finais de semana e feriados.
“Isso abrirá a porta para muitas pessoas que estão frustradas com os mercados tradicionais”, disse Julian Hosp, cofundador da DeFiChain, em uma entrevista na quinta-feira (09). “Como comunidade, estamos entusiasmados com isso”.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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